Egypt Chronicles (ou a falta de educação egipcia e o segundo momento de tensão das férias...)
Olá, olá.
Como prometido, cá está o post sobre a educação, ou falta da mesma, no Egipto.
Como viram, os comerciantes eram todos uns aldrabões, os taxistas igual (mesmo os que têm taximetro a correr) e as pessoas em geral nem se fala.
Começo por referir o facto que nenhum egipcio se dirige a mulheres. Ou seja, falar para uma mulher deve ser um crime qualquer que em toda e qualquer ocasião eles viravam-se sempre para mim e ignoravam liminarmente a Jill. :S
Depois falemos da tipica questão do Where are you from? que foi trocada por um olá. Ou seja, no Egipto ninguém cumprimenta um turista normalmente... apenas perguntam de onde somos e esperam que sejamos todos simpáticos.
Depois, os que prefiro são os que são muito simpáticos na rua... até que nos levam a uma loja do tio. E até dizem que a loja não é do tio (apesar de terem abraçado efusivamente o dono) mas sim do Governo e onde fazem o verdadeiro papiro. :| Haja pachorra.
Não nos esqueçamos também e principalmente, sobre fazer "ouvidos moucos" (orelhas surdas) ao que dizemos. Eu aprendi de propósito a dizer "La, Shukrán" (não, obrigado) para conseguir comunicar efectivamente com eles e tentar cortar o assédio ao minimo.
Não importa... mesmo dizendo que não queremos o que quer que eles estejam a oferecer, somos repetidamente bombardeados pela ladaínha dos cromos.
Ora no dia em que andávamos atrás das pashminas... houve um paspalho (com prai 1m60) que por 6 vezes e durante uma rua inteira me obrigou a dizer "La, shukrán" até ter desistido. E passada cerca de hora e meia, ainda de cabeça quente por causa do "insulto" a que me prestei ao tentar comprar uma pashmina, o paspalho tentou o mesmo truque comigo.
Eu disse uma vez "La, shukrán"... e da segunda vez, parei, virei-me para ele, fiz a minha cara de mafioso russo duro como granito que come pregos de aço ao pequeno almoço e numa pose nitidamente intimidante (eu tenho à vontade mais 20 cm que o gajo e chateado cresço uns adicionais 5cm) olhei-lhe nos olhos e berrei a plenos pulmões "LA, SHUKRÁN!!!!!".
Sim, eu perdi a calma! E quem me conhece, sabe que isso não é fácil de acontecer. Quem se divertiu imenso com isto foi a Jill. :| Não sei porquê. LOL
Ahh, e não nos esqueçamos que a falta de respeito Egipcia não é só para com os turistas... eles também roubam o negócio uns aos outros sem a mais pequena dor de alma. Simplesmente... faltam-me as palavras.
Posso também dizer que se segundo o Lui, os Brasileiros são gente de caga no cantinho... os Egipcios são os autênticos gente de caga na avenida. Isto porque enquanto passeavamos por Luxor deparámo-nos com uma cena... deplorável.
Vemos um gajo vestido com uma espécie de fato de macaco que acabava em saia, agarrado às grades que dão para o Nilo e a modos que a fazer força. Eu não liguei até que a Jill, de cara à banda me diz: "Viste aquilo???"
- Aquilo quê???
- Aquele gajo acaba de cagar na rua... mesmo no meio da rua à vista de toda a gente. :|
- Mas... mas... é meio dia... :S LOLOL inacreditável! :S
E esta, hein???
sábado, dezembro 26, 2009
quarta-feira, dezembro 23, 2009
Egypt Chronicles (ou um pedido do fundo do coração...)
Olá meninas.
Estão a gostar das crónicas? E que tal comentar?
Vá, hoje vou contar-vos mais uma história e pedir-vos um daqueles favores imensos que devem transmitir a toda a gente.
Ora, como bons turistas que somos decidimos ir ajudar a economia local comprando uns recuerdos. Ou seja, os miticos imans, postais, bandeira, com sorte um cachimbo de água e uns lenços. Os vulgos Pashmina.
Ora, aproveitámos para fazer isto tanto em Luxor como no Cairo e o resultado foi o mesmo. Um fracasso e frustração tremendos.
Avisados que os vendedores por lá são do mais aldrabão que algum dia conheceríamos, nunca confiámos no preço que nos davam. Ora um lenço que segundo o gajo custava 75 libras, após meia hora de conversa já vinha por 15 e eu continuo a acreditar que o real valor do mesmo eram 5.
Eu teria dado o dobro na boa, compreendo que a vida deles seja dura com tanta concorrência mas por favor... estamos a falar duma burla!!!
Quando o gajo chegava aos 15... já eu estava farto de falar com ele e virava costas uma vez que, ao fazer negócio com um burlão ia estar a perpectuar o fenómeno.
Mas os gajos tentavam de tudo mesmo para enganar. Desde fazer o tipico truque do deslumbramento em que mostram tudo e mais alguma coisa e forçam a pessoa a escolher uma peça, até tentarem tirar-nos a peça das mãos para "meter num saco", não sem antes trocarem por pechisbeque.
Houve um, e este deixou-me severamente irritado (como irão ver no próximo post) que disse que os lenços que são anunciados a 5 libras não eram iguais a este que ele por especial favor baixou o preço de 45 para 20 libras. E disse-nos!!! Assegurou-nos que o material desses lenços era sintético e que ele também tinha desses lenços à venda e que nos mostrava para compararmos...
Ele saca dum lenço, dentro dum saco plástico... e diz-nos para comparar o material... mas sem tirar o lenço do saco! Eu ri-me... senti-me profundamente insultado e saí da loja sem comprar nada, com os gajos aos berros e atrás de mim para negociar mais um cadito. Não lhe liguei puto e abandonámo-lo lá.
Por isso peço-vos viajantes deste Mundo, se forem ao Egipto. Não comprem nada a esses FDP. Vamos ensinar-lhes umas lições de boas maneiras! Acredito que quando não houver como meter comida na mesa eles sejam um pouquinho mais honestos! ;)
Beijos para quem conseguiu comprar uma pashmina por um preço justo. Tipo... 5 libras egipcias.
P.S.: Vai haver uma pausa para o Natal... :D Os posts voltam brevemente.
Olá meninas.
Estão a gostar das crónicas? E que tal comentar?
Vá, hoje vou contar-vos mais uma história e pedir-vos um daqueles favores imensos que devem transmitir a toda a gente.
Ora, como bons turistas que somos decidimos ir ajudar a economia local comprando uns recuerdos. Ou seja, os miticos imans, postais, bandeira, com sorte um cachimbo de água e uns lenços. Os vulgos Pashmina.
Ora, aproveitámos para fazer isto tanto em Luxor como no Cairo e o resultado foi o mesmo. Um fracasso e frustração tremendos.
Avisados que os vendedores por lá são do mais aldrabão que algum dia conheceríamos, nunca confiámos no preço que nos davam. Ora um lenço que segundo o gajo custava 75 libras, após meia hora de conversa já vinha por 15 e eu continuo a acreditar que o real valor do mesmo eram 5.
Eu teria dado o dobro na boa, compreendo que a vida deles seja dura com tanta concorrência mas por favor... estamos a falar duma burla!!!
Quando o gajo chegava aos 15... já eu estava farto de falar com ele e virava costas uma vez que, ao fazer negócio com um burlão ia estar a perpectuar o fenómeno.
Mas os gajos tentavam de tudo mesmo para enganar. Desde fazer o tipico truque do deslumbramento em que mostram tudo e mais alguma coisa e forçam a pessoa a escolher uma peça, até tentarem tirar-nos a peça das mãos para "meter num saco", não sem antes trocarem por pechisbeque.
Houve um, e este deixou-me severamente irritado (como irão ver no próximo post) que disse que os lenços que são anunciados a 5 libras não eram iguais a este que ele por especial favor baixou o preço de 45 para 20 libras. E disse-nos!!! Assegurou-nos que o material desses lenços era sintético e que ele também tinha desses lenços à venda e que nos mostrava para compararmos...
Ele saca dum lenço, dentro dum saco plástico... e diz-nos para comparar o material... mas sem tirar o lenço do saco! Eu ri-me... senti-me profundamente insultado e saí da loja sem comprar nada, com os gajos aos berros e atrás de mim para negociar mais um cadito. Não lhe liguei puto e abandonámo-lo lá.
Por isso peço-vos viajantes deste Mundo, se forem ao Egipto. Não comprem nada a esses FDP. Vamos ensinar-lhes umas lições de boas maneiras! Acredito que quando não houver como meter comida na mesa eles sejam um pouquinho mais honestos! ;)
Beijos para quem conseguiu comprar uma pashmina por um preço justo. Tipo... 5 libras egipcias.
P.S.: Vai haver uma pausa para o Natal... :D Os posts voltam brevemente.
segunda-feira, dezembro 21, 2009
Egypt Chronicles (ou o dia no museu egipcio...)
Eu como aficionado dos museus... principalmente daqueles bons, ao ir ao Egipto estava já em pulgas para ver o Museu Egipcio. É que, aquele é tão somente o melhor museu do Mundo no que toca à civilização Egipcia.
Seguido de perto, ao contrário do que a maior parte do Mundo julga, pelo museu Egipcio de Turim na Itália e não pelo British Museum (que hei-de ver em breve...).
Lá chegado, reparo com hordas de turistas a tentar entrar. Bom, isto já eu esperava...
Depois de passar pelo detector de metais (que apitou como louco e ninguém ligou) e passar o saco da máquina pelo raio-X, lá fui comprar o bilhete. Um pouco caro... quase 8 euro!!!
Tive também de deixar o meu maquinão numa cabana lá ao lado porque não deixam entrar máquinas fotográficas lá dentro (só depois percebi porquê).
Depois de tudo nos trinques... lá vou eu todo pimpão... e depois de passar por mais um detector de metais (que ninguém ligou) entrei no Museu!
Toda aquela expectativa de visitá-lo cedo se transformou numa desilusão já que o museu mais parece, e acreditem que estou a tentar ser o mais justo possivel, um armazém!
Eu lembro-me dos museus de Londres que, apesar de não estarem a abarrotar de objectos têm uma sequência lógica e mostram exactamente o que queremos saber. Aquele não.
Tem algumas peças com indicação do que são, outras sem indicação nenhuma e outras que têm tão somente um número. :|
Eu andava por lá perdido e só mesmo por acaso dei com as jóias do Tutankhamon que, incrivelmente, estavam bem guardadas e apresentadas decentemente para o turista ver.
Ahh, e não nos esqueçamos dos homens da manutenção. O museu é de tal forma grande que necessita de muita manutenção... ou seja, de alguém que limpe o pó que entra da rua (porque também não vi lá ares condicionados, mas muitas janelas abertas).
Então estamos ali a ver uma esfinge em mármore ou uma mesa sacrificial e anda um cromito com um fato de macaco e pano de limpeza a esfregar as pedras.
Digam-me lá o que pensariam vocês! :S
Ahhh, algo giro é que não se paga para ver sarcófagos... mas para ver as múmias paga-se e bem! :S Eu depois de ver uma tipa sair de lá desmaiada, achei melhor nem me chatear.
Não fosse a Jill desmaiar e magoar-se! :S
Ou pior... desmaiar eu e ninguém conseguir pegar em mim. :|
Eu como aficionado dos museus... principalmente daqueles bons, ao ir ao Egipto estava já em pulgas para ver o Museu Egipcio. É que, aquele é tão somente o melhor museu do Mundo no que toca à civilização Egipcia.
Seguido de perto, ao contrário do que a maior parte do Mundo julga, pelo museu Egipcio de Turim na Itália e não pelo British Museum (que hei-de ver em breve...).
Lá chegado, reparo com hordas de turistas a tentar entrar. Bom, isto já eu esperava...
Depois de passar pelo detector de metais (que apitou como louco e ninguém ligou) e passar o saco da máquina pelo raio-X, lá fui comprar o bilhete. Um pouco caro... quase 8 euro!!!
Tive também de deixar o meu maquinão numa cabana lá ao lado porque não deixam entrar máquinas fotográficas lá dentro (só depois percebi porquê).
Depois de tudo nos trinques... lá vou eu todo pimpão... e depois de passar por mais um detector de metais (que ninguém ligou) entrei no Museu!
Toda aquela expectativa de visitá-lo cedo se transformou numa desilusão já que o museu mais parece, e acreditem que estou a tentar ser o mais justo possivel, um armazém!
Eu lembro-me dos museus de Londres que, apesar de não estarem a abarrotar de objectos têm uma sequência lógica e mostram exactamente o que queremos saber. Aquele não.
Tem algumas peças com indicação do que são, outras sem indicação nenhuma e outras que têm tão somente um número. :|
Eu andava por lá perdido e só mesmo por acaso dei com as jóias do Tutankhamon que, incrivelmente, estavam bem guardadas e apresentadas decentemente para o turista ver.
Ahh, e não nos esqueçamos dos homens da manutenção. O museu é de tal forma grande que necessita de muita manutenção... ou seja, de alguém que limpe o pó que entra da rua (porque também não vi lá ares condicionados, mas muitas janelas abertas).
Então estamos ali a ver uma esfinge em mármore ou uma mesa sacrificial e anda um cromito com um fato de macaco e pano de limpeza a esfregar as pedras.
Digam-me lá o que pensariam vocês! :S
Ahhh, algo giro é que não se paga para ver sarcófagos... mas para ver as múmias paga-se e bem! :S Eu depois de ver uma tipa sair de lá desmaiada, achei melhor nem me chatear.
Não fosse a Jill desmaiar e magoar-se! :S
Ou pior... desmaiar eu e ninguém conseguir pegar em mim. :|
sábado, dezembro 19, 2009
Egypt Chronicles (ou a revolução do uni...)
Aposto que ficaram baralhadas com o título deste post.
Eu explico.
No Egipto assisti, juntamente com a minha companheira de aventura, a algo que é inovador e... enfim, para uma sociedade tão atrasada como aquela, uma realidade.
Estou a falar do fenómeno uni.
Isto é... no primeiro dia que lá cheguei, enquanto procurava onde comer, encontrei um sueco (que me contou uma anedota fenomenal sobre noruegueses) que estava na minha pousada e que me mostrou o sitio da moda lá na zona onde estávamos hospedados.
Ele gabou o sitio duma forma excepcional e eu, cheio de curiosidade, lá fui experimentar. Quando lá cheguei é que percebi o motivo da excitação.
Certamente que todas vocês já estiveram num restaurante, daqueles mesmo bons bons... e nem sabiam o que comer tal era a escolha.
Pois, isso felizmente não acontecia ali. E não acontecia porque apenas havia uma única escolha a fazer no que toca à comida. A escolha não era relativa ao que se ia comer, mas sim à quantidade.
Ou seja, podíamos comer uma quantidade pequena, média ou grande da mesma mistela. A mistela é que era sempre a mesma. Ou seja, uma mistura de massas, lentilhas, arroz, grão-de-bico, molho de tomate e umas cenas castanhas que julgo ser cebola frita. :S
Chamámos aquele sitio "Uniprato".
Chegados ao resort demos com aquela banheira de jactos que também só tinha um jacto... bom, esta era a banheira unijacto.
E finalmente, em Luxor demos um passeio pelo museu da mumificação, que era creio eu, o único museu do mundo unisala. Ou seja, só tinha uma sala! E não era grande! :S
Aqui neste museu, fiquei mais uma vez estupefacto com um dos artigos da exposição.
Então não é que eles tinham lá um pato mumificado???
Por favor, não se exaltem... Eu também acho a arte de mumificar algo de extraordinário. Mas para os Egipcios que viveram no tempo dos faraós!!! Não em 1942 quando o Mundo andava todo às turras com os alemães e japoneses!
Sim, em 1942 houve um cromo que estava em casa sem nada que fazer e em vez de fazer um belo arrozinho de pato, decidiu mumificá-lo! Acham isto normal???
Acham que ele estaria a praticar para depois poder trabalhar à vontade nos mortos da II grande guerra?
Ainda hoje não sei. :S
Aposto que ficaram baralhadas com o título deste post.
Eu explico.
No Egipto assisti, juntamente com a minha companheira de aventura, a algo que é inovador e... enfim, para uma sociedade tão atrasada como aquela, uma realidade.
Estou a falar do fenómeno uni.
Isto é... no primeiro dia que lá cheguei, enquanto procurava onde comer, encontrei um sueco (que me contou uma anedota fenomenal sobre noruegueses) que estava na minha pousada e que me mostrou o sitio da moda lá na zona onde estávamos hospedados.
Ele gabou o sitio duma forma excepcional e eu, cheio de curiosidade, lá fui experimentar. Quando lá cheguei é que percebi o motivo da excitação.
Certamente que todas vocês já estiveram num restaurante, daqueles mesmo bons bons... e nem sabiam o que comer tal era a escolha.
Pois, isso felizmente não acontecia ali. E não acontecia porque apenas havia uma única escolha a fazer no que toca à comida. A escolha não era relativa ao que se ia comer, mas sim à quantidade.
Ou seja, podíamos comer uma quantidade pequena, média ou grande da mesma mistela. A mistela é que era sempre a mesma. Ou seja, uma mistura de massas, lentilhas, arroz, grão-de-bico, molho de tomate e umas cenas castanhas que julgo ser cebola frita. :S
Chamámos aquele sitio "Uniprato".
Chegados ao resort demos com aquela banheira de jactos que também só tinha um jacto... bom, esta era a banheira unijacto.
E finalmente, em Luxor demos um passeio pelo museu da mumificação, que era creio eu, o único museu do mundo unisala. Ou seja, só tinha uma sala! E não era grande! :S
Aqui neste museu, fiquei mais uma vez estupefacto com um dos artigos da exposição.
Então não é que eles tinham lá um pato mumificado???
Por favor, não se exaltem... Eu também acho a arte de mumificar algo de extraordinário. Mas para os Egipcios que viveram no tempo dos faraós!!! Não em 1942 quando o Mundo andava todo às turras com os alemães e japoneses!
Sim, em 1942 houve um cromo que estava em casa sem nada que fazer e em vez de fazer um belo arrozinho de pato, decidiu mumificá-lo! Acham isto normal???
Acham que ele estaria a praticar para depois poder trabalhar à vontade nos mortos da II grande guerra?
Ainda hoje não sei. :S
quinta-feira, dezembro 17, 2009
Egypt Chronicles (ou uma dissertação sobre o antigo povo egipcío...)
Aposto que ainda estão a pensar quão malvada será a minha vingança para fazer com que um pobre egipcío andasse atrás de mim a pedir perdão... pois, bem me parecia. Ficam a saber que o tempo resolve a maior parte das questões de vingança por nós pelo que eu, como preguiçoso que sou, não teria mexido uma palha (prolongando assim o tormento do homem ;) )
Mas no final da estadia em Sharm... e atenção, eu adorei Sharm, vá... adorei a praia do resort e o facto de não ter feito nada durante 3 dias com uma bela companhia. Tudo bem que a água da piscina era fria... e que a água quente da banheira de imersão era fria... e que os jactos na mesma banheira eram, como tanta coisa naquele país, uni ou seja, só havia um jacto. Tudo bem que havia mais sinais em russo que em inglês e que a comida era toda de buffet e cara para a qualidade que tinha. Mas a realidade é que foram dias divertidissimos e convenhámos que ficar num resort daqueles pelo preço de 2 jantares, uma água e uma coca-cola não é dispiciendo! LOL
Mas ao ir para o aeroporto de Sharm em direcção a Luxor deparámo-nos com algo que ainda hoje me atormenta o espirito.
Eu já vi as pirâmides... já vi os templos de Luxor e Karnak, já vi os túmulos no Vale dos Reis, o museu Egipcío (vai haver um post sobre isto...) e as jóias do Tutankhamon e fiquei, apesar de estar severamente enojado na altura, fascinado com a grandiosidade de tudo aquilo e quão avançada seria a civilização da altura que conseguiu à custa de mãos humanas contruir semelhantes monumentos.
E eis que chegados ao aeroporto de Sharm, deparámo-nos com uma civilização que não consegue sequer fazer um check-in. Check-in é nada mais, nada menos que o acto de verificar os bilhetes das pessoas e metê-los num avião! Nada mais...
O simples acto de colocar um bloco de pedra dos que constituem as pirâmides (pode até ser um da base) envolve mais esforço, tempo, dificuldade, planeamento, tecnologia e inteligência que meter meia dúzia de caramelos num avião.
E mesmo assim, milénios depois da construção das pirâmides, a civilização que as construiu não encontra gente para fazer um chek-in normalmente.
Isto sim é triste!!!
Aposto que ainda estão a pensar quão malvada será a minha vingança para fazer com que um pobre egipcío andasse atrás de mim a pedir perdão... pois, bem me parecia. Ficam a saber que o tempo resolve a maior parte das questões de vingança por nós pelo que eu, como preguiçoso que sou, não teria mexido uma palha (prolongando assim o tormento do homem ;) )
Mas no final da estadia em Sharm... e atenção, eu adorei Sharm, vá... adorei a praia do resort e o facto de não ter feito nada durante 3 dias com uma bela companhia. Tudo bem que a água da piscina era fria... e que a água quente da banheira de imersão era fria... e que os jactos na mesma banheira eram, como tanta coisa naquele país, uni ou seja, só havia um jacto. Tudo bem que havia mais sinais em russo que em inglês e que a comida era toda de buffet e cara para a qualidade que tinha. Mas a realidade é que foram dias divertidissimos e convenhámos que ficar num resort daqueles pelo preço de 2 jantares, uma água e uma coca-cola não é dispiciendo! LOL
Mas ao ir para o aeroporto de Sharm em direcção a Luxor deparámo-nos com algo que ainda hoje me atormenta o espirito.
Eu já vi as pirâmides... já vi os templos de Luxor e Karnak, já vi os túmulos no Vale dos Reis, o museu Egipcío (vai haver um post sobre isto...) e as jóias do Tutankhamon e fiquei, apesar de estar severamente enojado na altura, fascinado com a grandiosidade de tudo aquilo e quão avançada seria a civilização da altura que conseguiu à custa de mãos humanas contruir semelhantes monumentos.
E eis que chegados ao aeroporto de Sharm, deparámo-nos com uma civilização que não consegue sequer fazer um check-in. Check-in é nada mais, nada menos que o acto de verificar os bilhetes das pessoas e metê-los num avião! Nada mais...
O simples acto de colocar um bloco de pedra dos que constituem as pirâmides (pode até ser um da base) envolve mais esforço, tempo, dificuldade, planeamento, tecnologia e inteligência que meter meia dúzia de caramelos num avião.
E mesmo assim, milénios depois da construção das pirâmides, a civilização que as construiu não encontra gente para fazer um chek-in normalmente.
Isto sim é triste!!!
terça-feira, dezembro 15, 2009
Egypt Chronicles (ou o tique mais FDP que já "vi" na minha vida...)
Como vos tinha dito no último post, fomos para a praia... e reparo agora que não apresentei a minha companhia... Como eu não sou de fazer publicidade nem tão pouco lhe perguntei se podia divulgar o nome (e cara) dela, vamos tratá-la por Jill. Eu gosto do nome Jill, é curtinho e muito internacional já que existem imensos países que usam esse nome. :)
Ora passámos um dia excelente a apanhar solzinho na praia, a ouvir o paspalho da massége e eis que ao sairmos (quando a praia estava deserta e o dia... já quase não era dia) um cromito vem ter conosco e pergunta onde estamos.
Eu digo que estamos hospedados no Radisson e o gajo passa-se!! Tipo... passado dos cornos mesmo! Que nós tínhamos passado o dia todo na praia do hotel dele e que não era o Radisson e que tinhamos de pagar para estar naquela praia, etc, etc.
Eu, como gajo viajado e relativamente habituado a lidar com idiotas (convenhámos que a praia não chegou a ter 50% de ocupação o dia todo), lá pedi desculpa pelo sucedido e dissemos que a praia não estava claramente marcada e como tal cometemos este erro que não se voltaria a repetir nos dias seguintes.
O gajo pareceu gostar disto... explicou, ainda que um pouco exaltado, que no dia seguinte iamos pagar 100 euro se lá fôssemos no dia seguinte. Para vos ser sincero... eu até teria ido no dia seguinte com os 100 euro trocadinhos no bolso e garanto-vos que no final do dia o homenzinho ia estar prestes a cometer suícidio tal tinha sido o efeito da minha presença na praia dele (tudo devido às minhas exigências e criticas).
Mas eu estava acompanhado e não quis enervar ainda mais a Jill que, felizarda, não lida com anormais e paspalhos quase diariamente como eu e estava já a ficar enervadita.
Nisto quando já caminhávamos calmamente para o nosso lado... o gajo passa-se ainda mais e solta uma frase duma forma simplesmente grosseira. Perguntam vocês que frase foi...
Cá está.
Where are you from??? (de onde são?)
Eu, pela maneira como a frase foi dita... mudei de atitude! E disse que ele não precisava de saber nada disso e continuei o meu caminho.
O gajo levou aquilo a mal e foi a correr para a nossa beira a tentar sacar a resposta a custo e eis que surge o primeiro momento de tensão das férias...
Ele continua a perguntar a mesma pergunta e a Jill passa-se e atira-lhe a mesma pergunta. :S
Isto foi inacreditável... eu estava ao lado e não sabia se havia de rir ou de aproveitar o espanto na cara do gajo para lhe espetar um gancho de direita que lhe partiria o queixo. A cara dele estava vermelha sem perceber porque lhe tinham perguntado a origem dele... e ele ao atirar a mesma pergunta à Jill, ela atira a resposta anterior e aqulo mais parecia um jogo de ténis em que a bola era a frase "Where are you from?".
Eu por esta altura, tentava disfarçar o riso... LOL Abandonámos a praia enquanto o homenzinho foi tentar pedir o dinheiro aos trabalhadores do Radisson que devem ter metido algum senso na cabeça do paspalho e avisado que muita da máfia russa passa ali as férias e que se ele não quisesse acordar com os tintins num frasquinho ao lado da cama devia era calar-se...
Imagino se ele soubesse quem eu era... :| Bom, ainda bem que não sabia senão ainda o tinha atrás de mim a pedir-me perdão. :S
Fica um beijito para a Jill que aprendeu ali uma bela lição. Nunca dar importância a idiotas. Muitas vezes é isso que eles querem.
Como vos tinha dito no último post, fomos para a praia... e reparo agora que não apresentei a minha companhia... Como eu não sou de fazer publicidade nem tão pouco lhe perguntei se podia divulgar o nome (e cara) dela, vamos tratá-la por Jill. Eu gosto do nome Jill, é curtinho e muito internacional já que existem imensos países que usam esse nome. :)
Ora passámos um dia excelente a apanhar solzinho na praia, a ouvir o paspalho da massége e eis que ao sairmos (quando a praia estava deserta e o dia... já quase não era dia) um cromito vem ter conosco e pergunta onde estamos.
Eu digo que estamos hospedados no Radisson e o gajo passa-se!! Tipo... passado dos cornos mesmo! Que nós tínhamos passado o dia todo na praia do hotel dele e que não era o Radisson e que tinhamos de pagar para estar naquela praia, etc, etc.
Eu, como gajo viajado e relativamente habituado a lidar com idiotas (convenhámos que a praia não chegou a ter 50% de ocupação o dia todo), lá pedi desculpa pelo sucedido e dissemos que a praia não estava claramente marcada e como tal cometemos este erro que não se voltaria a repetir nos dias seguintes.
O gajo pareceu gostar disto... explicou, ainda que um pouco exaltado, que no dia seguinte iamos pagar 100 euro se lá fôssemos no dia seguinte. Para vos ser sincero... eu até teria ido no dia seguinte com os 100 euro trocadinhos no bolso e garanto-vos que no final do dia o homenzinho ia estar prestes a cometer suícidio tal tinha sido o efeito da minha presença na praia dele (tudo devido às minhas exigências e criticas).
Mas eu estava acompanhado e não quis enervar ainda mais a Jill que, felizarda, não lida com anormais e paspalhos quase diariamente como eu e estava já a ficar enervadita.
Nisto quando já caminhávamos calmamente para o nosso lado... o gajo passa-se ainda mais e solta uma frase duma forma simplesmente grosseira. Perguntam vocês que frase foi...
Cá está.
Where are you from??? (de onde são?)
Eu, pela maneira como a frase foi dita... mudei de atitude! E disse que ele não precisava de saber nada disso e continuei o meu caminho.
O gajo levou aquilo a mal e foi a correr para a nossa beira a tentar sacar a resposta a custo e eis que surge o primeiro momento de tensão das férias...
Ele continua a perguntar a mesma pergunta e a Jill passa-se e atira-lhe a mesma pergunta. :S
Isto foi inacreditável... eu estava ao lado e não sabia se havia de rir ou de aproveitar o espanto na cara do gajo para lhe espetar um gancho de direita que lhe partiria o queixo. A cara dele estava vermelha sem perceber porque lhe tinham perguntado a origem dele... e ele ao atirar a mesma pergunta à Jill, ela atira a resposta anterior e aqulo mais parecia um jogo de ténis em que a bola era a frase "Where are you from?".
Eu por esta altura, tentava disfarçar o riso... LOL Abandonámos a praia enquanto o homenzinho foi tentar pedir o dinheiro aos trabalhadores do Radisson que devem ter metido algum senso na cabeça do paspalho e avisado que muita da máfia russa passa ali as férias e que se ele não quisesse acordar com os tintins num frasquinho ao lado da cama devia era calar-se...
Imagino se ele soubesse quem eu era... :| Bom, ainda bem que não sabia senão ainda o tinha atrás de mim a pedir-me perdão. :S
Fica um beijito para a Jill que aprendeu ali uma bela lição. Nunca dar importância a idiotas. Muitas vezes é isso que eles querem.
sábado, dezembro 12, 2009
Egypt Chronicles (ou o mercado de trabalho Egipcio...)
Olá, olá fãs dedicadas...
Tenho a dizer-vos que... esta visita ao Egipto me marcou. Tudo bem que vocês já saibam isto, mas... a verdade é que me marcou em todos os niveis. Mesmo ao nivel profissional. Vá, assim não é justo... eu explico.
Estávamos nós a passear pelo vale dos Reis... que, a não ser que tenha o túmulo do Tutankhamon aberto é uma séria desilusão. Por favor, não me levem a mal. Mas, ir para o meio do deserto ver uns túneis cobertos de hieróglifos não é o meu sonho molhado e dispensava bem isso. Mas pronto... turista que se chame de turista tem de o fazer e lá fomos com o nosso guia Ahmed (ou algo parecido... um famoso egiptólogo do qual falarei mais à frente) ver o vale dos reis.
E nisto a minha fiel companheira de viagem, e gozo, decidiu ir ao WC e foi quando reparámos num... emprego, ou carreira mesmo, muito egipcia. Eu não sei qual é a designação oficial daquele trabalho, mas demo-nos ao trabalho de pensar num nome e o que surgiu foi "distribuidor de papel higiénico". Porque a realidade é mesmo essa... ele nada mais fazia que estar ali sentadinho com a sua espingarda ao colo a distribuir papel higiénico aos necessitados. :|
E eu fiquei a pensar... como é que se alicia uma pessoa para fazer este trabalho? Ahhh e tal... é um trabalho simples e muito compensador... com muito contacto humano e que não exige esforço fisico (ou mental...). Será que é um daqueles empregos com remuneracão por objectivos? Tipo... "se nos poupares 3 rolos de papel higiénico por semana, levas os rolos para casa."?
E ainda mais importante, será que alguém tem, lá no fundo o secreto desejo de estar a distribuir papel higiénico?
Outra dúvida que o meu cérebro fez o favor de se lembrar foi, mas porque carga de água eles distribuem papel? Será assim tão caro? Não deve ser, já que eles desinfectavam os tampos das sanitas com combustivel (gasolina, creio. Podem perguntar à Jill).
Ou será uma medida ambiental tipo aquela cena há uns anos da Sheryl Crow incentivar as pessoas a limpar o traseiro com uma folha de papel higiénico? Aproveito para deixar aqui uma mensagem à Sheryl e dizer-lhe que para isso, mais valia lavar com águinha tépida e secar com um secador de cabelo... Mas só se as centrais eléctricas forem de energias renováveis.
É que duvido que o fantástico povo do Egipto fosse capaz de roubar papel higiénico das casas de banho... já os tugas... é outra história.
E assim vos deixei com mais uma faceta desse país tão... é melhor ficar caladinho. :|
Beijo para as fãs...
P.S.: Houve alterações na tabela de fãs, eu estou ainda a ver se ponho aquilo tudo em ordem.
Olá, olá fãs dedicadas...
Tenho a dizer-vos que... esta visita ao Egipto me marcou. Tudo bem que vocês já saibam isto, mas... a verdade é que me marcou em todos os niveis. Mesmo ao nivel profissional. Vá, assim não é justo... eu explico.
Estávamos nós a passear pelo vale dos Reis... que, a não ser que tenha o túmulo do Tutankhamon aberto é uma séria desilusão. Por favor, não me levem a mal. Mas, ir para o meio do deserto ver uns túneis cobertos de hieróglifos não é o meu sonho molhado e dispensava bem isso. Mas pronto... turista que se chame de turista tem de o fazer e lá fomos com o nosso guia Ahmed (ou algo parecido... um famoso egiptólogo do qual falarei mais à frente) ver o vale dos reis.
E nisto a minha fiel companheira de viagem, e gozo, decidiu ir ao WC e foi quando reparámos num... emprego, ou carreira mesmo, muito egipcia. Eu não sei qual é a designação oficial daquele trabalho, mas demo-nos ao trabalho de pensar num nome e o que surgiu foi "distribuidor de papel higiénico". Porque a realidade é mesmo essa... ele nada mais fazia que estar ali sentadinho com a sua espingarda ao colo a distribuir papel higiénico aos necessitados. :|
E eu fiquei a pensar... como é que se alicia uma pessoa para fazer este trabalho? Ahhh e tal... é um trabalho simples e muito compensador... com muito contacto humano e que não exige esforço fisico (ou mental...). Será que é um daqueles empregos com remuneracão por objectivos? Tipo... "se nos poupares 3 rolos de papel higiénico por semana, levas os rolos para casa."?
E ainda mais importante, será que alguém tem, lá no fundo o secreto desejo de estar a distribuir papel higiénico?
Outra dúvida que o meu cérebro fez o favor de se lembrar foi, mas porque carga de água eles distribuem papel? Será assim tão caro? Não deve ser, já que eles desinfectavam os tampos das sanitas com combustivel (gasolina, creio. Podem perguntar à Jill).
Ou será uma medida ambiental tipo aquela cena há uns anos da Sheryl Crow incentivar as pessoas a limpar o traseiro com uma folha de papel higiénico? Aproveito para deixar aqui uma mensagem à Sheryl e dizer-lhe que para isso, mais valia lavar com águinha tépida e secar com um secador de cabelo... Mas só se as centrais eléctricas forem de energias renováveis.
É que duvido que o fantástico povo do Egipto fosse capaz de roubar papel higiénico das casas de banho... já os tugas... é outra história.
E assim vos deixei com mais uma faceta desse país tão... é melhor ficar caladinho. :|
Beijo para as fãs...
P.S.: Houve alterações na tabela de fãs, eu estou ainda a ver se ponho aquilo tudo em ordem.
quarta-feira, dezembro 09, 2009
Egypt Chronicles (ou o fim de semana em Sharm el-Sheikh...)
Como vocêsas sabem... eu viajo muito. E então lá vou juntando milhas... para quem não sabe, milhas são tipo os pontos do Cartão BP ou da GALP. Mas que em vez de trocar por batedeiras e termómetros sem mercúrio, dá para trocar por coisas mais interessantes. Artigos de luxo, viagens de avião, aluguer de carros e estadias em hotéis. :)
Ora sabendo disso, e tendo em conta que desta vez ia acompanhado, decidi gastar umas poucas de milhas num fim de semana no Radisson de Sharm el-Sheikh...
Lá chegados, fomos extremamente bem recebidos com um suminho (não alcoólico) e uma toalhinha molhada fria. Eu estranhei... afinal de contas, estava vento lá fora.
Depois fomos escoltados num carrinho de golfe até ao quarto que não sendo o melhor onde já estive era bastante aceitável e com uma vista deliciosa para a piscina.
Depois, claro está que fomos a correr para a praia ver o Mar Vermelho.
Podia ficar aqui a contar como tudo é lindo e perfeito, etc, etc... mas vocês gostam mesmo é de peripécias e este, mesmo sendo um resort fechado, também teve das suas. :)
As primeiras que merecem ser contadas ocorreram logo na sexta feira.
Descemos até à areia e ao ver que a praia estava completamente cheia fomos deslizando para a direita até encontrarmos um sitio para nos deitarmos e demos com outra praia vazia.
Lá nos deitamos e ficamos a secar ao solzinho quando nos apareceu o primeiro cromo do dia. Este era um daqueles angariadores para os SPAs do hotel e minhas amigas... o tipo fartava-se de falar dum tal dum tratamento chamado "massége".
Mais tarde percebi que o tratamento era na realidade uma massagem, mas que me diverti imenso a pensar o que seria a massége... isso diverti! :) O gajo tinha masséges e tratamentos para todos os gostos. E depois dava para fazermos um mix por nós próprios...
A dada altura o gajo tinha já um mix do género: massagem desportiva, scrub de café(scrub é basicamente rasparem-nos o lixo do corpo), scrub de côco, máscara facial, reflexologia, aromaterapia e creio que mais um... tudo isto numa hora e meia.
Ele não conseguiu explicar-me a que é que cheiraria no final do tratamento, mas pelas misturas que ele falou não deveria cheirar muito bem. :S
Também não percebi como se faz tanta coisa numa hora e meia, mas acho que a cabeça dele ainda estava a tentar, qual perfumista, juntar os cheiros dos tratamentos.
E foi assim o nosso primeiro encontro de terceiro grau com a realidade egipcía. :S
Não percam o próximo episódio que é hilariante!!! :D
Como vocêsas sabem... eu viajo muito. E então lá vou juntando milhas... para quem não sabe, milhas são tipo os pontos do Cartão BP ou da GALP. Mas que em vez de trocar por batedeiras e termómetros sem mercúrio, dá para trocar por coisas mais interessantes. Artigos de luxo, viagens de avião, aluguer de carros e estadias em hotéis. :)
Ora sabendo disso, e tendo em conta que desta vez ia acompanhado, decidi gastar umas poucas de milhas num fim de semana no Radisson de Sharm el-Sheikh...
Lá chegados, fomos extremamente bem recebidos com um suminho (não alcoólico) e uma toalhinha molhada fria. Eu estranhei... afinal de contas, estava vento lá fora.
Depois fomos escoltados num carrinho de golfe até ao quarto que não sendo o melhor onde já estive era bastante aceitável e com uma vista deliciosa para a piscina.
Depois, claro está que fomos a correr para a praia ver o Mar Vermelho.
Podia ficar aqui a contar como tudo é lindo e perfeito, etc, etc... mas vocês gostam mesmo é de peripécias e este, mesmo sendo um resort fechado, também teve das suas. :)
As primeiras que merecem ser contadas ocorreram logo na sexta feira.
Descemos até à areia e ao ver que a praia estava completamente cheia fomos deslizando para a direita até encontrarmos um sitio para nos deitarmos e demos com outra praia vazia.
Lá nos deitamos e ficamos a secar ao solzinho quando nos apareceu o primeiro cromo do dia. Este era um daqueles angariadores para os SPAs do hotel e minhas amigas... o tipo fartava-se de falar dum tal dum tratamento chamado "massége".
Mais tarde percebi que o tratamento era na realidade uma massagem, mas que me diverti imenso a pensar o que seria a massége... isso diverti! :) O gajo tinha masséges e tratamentos para todos os gostos. E depois dava para fazermos um mix por nós próprios...
A dada altura o gajo tinha já um mix do género: massagem desportiva, scrub de café(scrub é basicamente rasparem-nos o lixo do corpo), scrub de côco, máscara facial, reflexologia, aromaterapia e creio que mais um... tudo isto numa hora e meia.
Ele não conseguiu explicar-me a que é que cheiraria no final do tratamento, mas pelas misturas que ele falou não deveria cheirar muito bem. :S
Também não percebi como se faz tanta coisa numa hora e meia, mas acho que a cabeça dele ainda estava a tentar, qual perfumista, juntar os cheiros dos tratamentos.
E foi assim o nosso primeiro encontro de terceiro grau com a realidade egipcía. :S
Não percam o próximo episódio que é hilariante!!! :D
domingo, dezembro 06, 2009
Egypt Chronicles (ou o inicio das crónicas desse país fantástico...)
Pois é, eu fui ao Egipto e como em todas as viagens, também esta começou com um passo. O passo, claro está, foi mesmo ir para o aeroporto e apanhar o voo, Porto - Madrid - Cairo. E começou aqui o suplicio...
A viagem até Madrid não é de todo desagradável, mas chegados a Madrid enfiam-me num avião que para o descrever a única imagem que me vem à cabeça é mesmo aquela das pessoas a dormir naqueles beliches de madeira nos campos de concentração... Sim, exactamente. É que naqueles assentos, mexer só mesmo os olhinhos e para alguns as orelhas.
Aproveito para dizer que o voo era da Iberia... Fiquem avisados.
Lá chegado, tinha um gajo à minha espera para me levar à pousada e aqueles 45 minutos do aeroporto à baixa cairense deviam ter sido aviso suficiente... Porque tudo estava sujo, a cair de podre, as pessoas conduziam como loucas... aliás, pior que loucas. Tenho a certeza que muita gente foge dos seus países para não serem internadas em manicómios e para onde é que vão? Onde? Exacto... Cairo! :)
Ahh, de notar também que lá, no Egipto, ninguém liga as lâmpadas para conduzir. Isso mesmo... anda tudo às escuras em ruas que pouca ou nenhuma iluminação têm. Eu tenho teorias sobre isto. A primeira é que se toda a gente ligasse as lâmpadas dos carros à noite, isso apareceria nas fotografias de satélite e depois ao comparar, por exemplo, Paris ao Cairo... o Cairo passaria a chamar-se cidade-luz. Coisa que... só olhando para as fotos de satélite é que seria possivel tal é a sujidade que paira pelo Cairo. Não acreditam??? As minhas camisolas brancas eram beges quando cheguei a casa. :|
A outra teoria é que como os principais instrumentos de condução no Cairo são a buzina e os "máximos", eles preferem andar às escuras para não irem gastando as lâmpadas nem queimando as ópticas e para quando decidirem flashar alguém com os máximos o efeito ser o mais encandeador possivel. Afinal de contas, o Cairo tem poucos acidentes e os bate-chapas também precisam de ganhar a vida... que a julgar pelo estado dos carros no Cairo, é uma vida pobre já que ninguém repara as amolgadelas. :S
Para terminar... deixo-vos uma noticia tuga. Adoro ser surpreendido. E quando pensava que o pior aeroporto do Mundo era o famigerado e odiado Charles de Gaulle em Paris, deparo-me com o aeroporto de Lisboa. Este sim é sem dúvida alguma o pior aeroporto da Europa. E eu já vi uns poucos para poder fazer esta afirmação. Até o aeroporto do Cairo é melhor que aquela, perdoem-me a expressão, merda!
Percebo agora a angústia do Governo perante o impasse na construção do novo aeroporto e deixo desde já a minha dica.
Ponham os voos todos que param em Lisboa no Porto e Faro... e depois... bom... arrasem com aquilo duma ponta à outra e façam um aeroporto a sério!!!
Se tiverem de despejar meia dúzia de lisboetas de suas casas para terem mais espaço, façam-no sem problemas. Sigam o exemplo da China que "despejou" uma cidade inteira para construir o novo aeroporto de Beijing (que é muito melhor que o de Lisboa) ou então o exemplo do Egipto que vai arrasar Luxor para procurar mais túmulos de faraós que estejam escondidos por lá. :S LOL
Agora... vamos mas é dormir um cadito.
Pois é, eu fui ao Egipto e como em todas as viagens, também esta começou com um passo. O passo, claro está, foi mesmo ir para o aeroporto e apanhar o voo, Porto - Madrid - Cairo. E começou aqui o suplicio...
A viagem até Madrid não é de todo desagradável, mas chegados a Madrid enfiam-me num avião que para o descrever a única imagem que me vem à cabeça é mesmo aquela das pessoas a dormir naqueles beliches de madeira nos campos de concentração... Sim, exactamente. É que naqueles assentos, mexer só mesmo os olhinhos e para alguns as orelhas.
Aproveito para dizer que o voo era da Iberia... Fiquem avisados.
Lá chegado, tinha um gajo à minha espera para me levar à pousada e aqueles 45 minutos do aeroporto à baixa cairense deviam ter sido aviso suficiente... Porque tudo estava sujo, a cair de podre, as pessoas conduziam como loucas... aliás, pior que loucas. Tenho a certeza que muita gente foge dos seus países para não serem internadas em manicómios e para onde é que vão? Onde? Exacto... Cairo! :)
Ahh, de notar também que lá, no Egipto, ninguém liga as lâmpadas para conduzir. Isso mesmo... anda tudo às escuras em ruas que pouca ou nenhuma iluminação têm. Eu tenho teorias sobre isto. A primeira é que se toda a gente ligasse as lâmpadas dos carros à noite, isso apareceria nas fotografias de satélite e depois ao comparar, por exemplo, Paris ao Cairo... o Cairo passaria a chamar-se cidade-luz. Coisa que... só olhando para as fotos de satélite é que seria possivel tal é a sujidade que paira pelo Cairo. Não acreditam??? As minhas camisolas brancas eram beges quando cheguei a casa. :|
A outra teoria é que como os principais instrumentos de condução no Cairo são a buzina e os "máximos", eles preferem andar às escuras para não irem gastando as lâmpadas nem queimando as ópticas e para quando decidirem flashar alguém com os máximos o efeito ser o mais encandeador possivel. Afinal de contas, o Cairo tem poucos acidentes e os bate-chapas também precisam de ganhar a vida... que a julgar pelo estado dos carros no Cairo, é uma vida pobre já que ninguém repara as amolgadelas. :S
Para terminar... deixo-vos uma noticia tuga. Adoro ser surpreendido. E quando pensava que o pior aeroporto do Mundo era o famigerado e odiado Charles de Gaulle em Paris, deparo-me com o aeroporto de Lisboa. Este sim é sem dúvida alguma o pior aeroporto da Europa. E eu já vi uns poucos para poder fazer esta afirmação. Até o aeroporto do Cairo é melhor que aquela, perdoem-me a expressão, merda!
Percebo agora a angústia do Governo perante o impasse na construção do novo aeroporto e deixo desde já a minha dica.
Ponham os voos todos que param em Lisboa no Porto e Faro... e depois... bom... arrasem com aquilo duma ponta à outra e façam um aeroporto a sério!!!
Se tiverem de despejar meia dúzia de lisboetas de suas casas para terem mais espaço, façam-no sem problemas. Sigam o exemplo da China que "despejou" uma cidade inteira para construir o novo aeroporto de Beijing (que é muito melhor que o de Lisboa) ou então o exemplo do Egipto que vai arrasar Luxor para procurar mais túmulos de faraós que estejam escondidos por lá. :S LOL
Agora... vamos mas é dormir um cadito.
quinta-feira, dezembro 03, 2009
Mocambique Chronicles (nem tenho palavras para meter aqui...)
Meninas... não desesperem.
Eu estou ocupadito com o trabalho (a trabalhar umas 16 horas por dia para sacar um belo dum subsidio de Natal) e tenho a dizer-vos que Mocambique me surpreendeu... Pela beleza natural aqui em Pemba... e pelo atraso de vida que é.
Ok, agora fui injusto! Isto é um atraso de vida para quem está aqui a trabalhar. Passar férias por cá deve ser muito bom!! ;)
Quando tiver tempo, meto as histórias do Egipto. :)
Beijo para uma fã em particular... ela sabe quem é. ;)
Meninas... não desesperem.
Eu estou ocupadito com o trabalho (a trabalhar umas 16 horas por dia para sacar um belo dum subsidio de Natal) e tenho a dizer-vos que Mocambique me surpreendeu... Pela beleza natural aqui em Pemba... e pelo atraso de vida que é.
Ok, agora fui injusto! Isto é um atraso de vida para quem está aqui a trabalhar. Passar férias por cá deve ser muito bom!! ;)
Quando tiver tempo, meto as histórias do Egipto. :)
Beijo para uma fã em particular... ela sabe quem é. ;)
domingo, novembro 29, 2009
Egypt Chronicles (ou o comeco dum livro hilariante... agora que me vou embora...)
Ola meninas.
Desculpem antes de mais duas coisas... primeiro este teclado arabio (LOOLL) e a minha ausencia prolongada pelo mundo bloguistico para vos dar noticias desta aventura que foi o Egipto.
Quero que saibam que tenho ja guardados varios episodios prontos a serem dissecados por mim e revistos por uma fa especialissima que partilhou comigo os ditos episodios, mas por motivos profissionais, terei um dia em Portugal (amanha) e tenho de:
- Levar vacinas contra umas bichezas africanas
- Comprar comprimidos para a Malaria
- Fazer um CD/DVD com as fotos do Egipto
- Imprimir itinerarios e carta de convite para MZ
- Ir ao correio enviar umas cenas...
- Ver a minha prima
e last but not least, arranjar a merda dum medidor de distancias com um laser para levar comigo.
Por isso peco-vos um pouco mais de paciencia antes de me crucificarem por nao vos contar logo, logo as minhas aventuras arabias.
Va, vamos la dormir!
Ola meninas.
Desculpem antes de mais duas coisas... primeiro este teclado arabio (LOOLL) e a minha ausencia prolongada pelo mundo bloguistico para vos dar noticias desta aventura que foi o Egipto.
Quero que saibam que tenho ja guardados varios episodios prontos a serem dissecados por mim e revistos por uma fa especialissima que partilhou comigo os ditos episodios, mas por motivos profissionais, terei um dia em Portugal (amanha) e tenho de:
- Levar vacinas contra umas bichezas africanas
- Comprar comprimidos para a Malaria
- Fazer um CD/DVD com as fotos do Egipto
- Imprimir itinerarios e carta de convite para MZ
- Ir ao correio enviar umas cenas...
- Ver a minha prima
e last but not least, arranjar a merda dum medidor de distancias com um laser para levar comigo.
Por isso peco-vos um pouco mais de paciencia antes de me crucificarem por nao vos contar logo, logo as minhas aventuras arabias.
Va, vamos la dormir!
segunda-feira, novembro 16, 2009
Americas Chronicles (ou o meu novo look...)
Olá meninas. Peço desculpa por não ter sido o mais presente dos idolos, mas tenho andado ocupado.
Para terem uma ideia, passei o fim de semana que vos contei em Nova Orleães, fui para Dallas, atravessei os Estados Unidos para Nova Iorque, depois o Atlântico para Londres, cheguei a Stavanger, fui para o escritório. Falei com a malta, brinquei com o cão do Eirik (dentro do escritório... longa história), vi que não ia ter o computador pronto, fui para o Rica Park Hotel (gostei mais deste que do Radisson Atlantic) e no dia seguinte foi um sem parar de updates, relatórios e mais o camandro antes de voltar a Portugal.
O tempo cá até está bom para descansar, mas é algo que não tenho feito muito a tratar de... enfim, sair deste friozinho e chuvinha.
Sim, amanhã embarco em mais um avião com destino ao Cairo (com passagem por Madrid) e enquanto pensava nesta viagem da última vez que estive offshore, decidi eperimentar o meu ar taliban para o caso de ser necessário algo do género nesta viagem. :)
Aqui já estava a preparar-me para vir embora. Imaginam o trabalho que é cortar a barba toda (à tesoura ainda por cima)??
Assim cortei só um cadito e andei uns dias a testar este ar de... enfim, tenho de o admitir (kit de limpeza. Sim, Ciganito, estou a pensar em ti).
Este era o ar inicial... que tal? Um autêntico taliban, hein??? LOL
Pronto, falta a toalha de pic-nic à volta da cabeça. LOL
Duvido que escreva seja o que for durante a minha estadia no Egipto... e muito menos que meta fotos online.
Também me parece que vou ter muito pouco tempo entre viagens (Egipto e a próxima viagem de trabalho) pelo que o meu blog vai andar um cadito abandonado.
Prometo trabalhar arduamente para depois pôr as minhas noticias todas em dia mal chegue. :)
Beijo para as fãs tolas e para a minha nova #1 que nasce esta semana!
Olá meninas. Peço desculpa por não ter sido o mais presente dos idolos, mas tenho andado ocupado.
Para terem uma ideia, passei o fim de semana que vos contei em Nova Orleães, fui para Dallas, atravessei os Estados Unidos para Nova Iorque, depois o Atlântico para Londres, cheguei a Stavanger, fui para o escritório. Falei com a malta, brinquei com o cão do Eirik (dentro do escritório... longa história), vi que não ia ter o computador pronto, fui para o Rica Park Hotel (gostei mais deste que do Radisson Atlantic) e no dia seguinte foi um sem parar de updates, relatórios e mais o camandro antes de voltar a Portugal.
O tempo cá até está bom para descansar, mas é algo que não tenho feito muito a tratar de... enfim, sair deste friozinho e chuvinha.
Sim, amanhã embarco em mais um avião com destino ao Cairo (com passagem por Madrid) e enquanto pensava nesta viagem da última vez que estive offshore, decidi eperimentar o meu ar taliban para o caso de ser necessário algo do género nesta viagem. :)
Assim cortei só um cadito e andei uns dias a testar este ar de... enfim, tenho de o admitir (kit de limpeza. Sim, Ciganito, estou a pensar em ti).
Pronto, falta a toalha de pic-nic à volta da cabeça. LOL
Duvido que escreva seja o que for durante a minha estadia no Egipto... e muito menos que meta fotos online.
Também me parece que vou ter muito pouco tempo entre viagens (Egipto e a próxima viagem de trabalho) pelo que o meu blog vai andar um cadito abandonado.
Prometo trabalhar arduamente para depois pôr as minhas noticias todas em dia mal chegue. :)
Beijo para as fãs tolas e para a minha nova #1 que nasce esta semana!
quinta-feira, novembro 12, 2009
New Orleans Chronicles (mas já vim embora...)
Nova Orleães é gira. A Katrina arruinou com tudo por lá, mas depressa tudo se recompôs no bairro tipico, o chamado quarteirão francês, onde 90% do interesse de Nova Orleães reside. Não demorou muito a ficar apanhado pela loucura da Rue Bourbon onde bares de strip tease, bancas de bebidas e clubes de Jazz/Blues convivem lado a lado. Durante um fim de semana foi a loucura todos os dias! Como se vê na foto...
Entretanto aproveitei para umas compritas que já precisava, escova dos dentes a mais importante, chapéu e óculos menos importantes mas comprados primeiro (tax freeeeeeeee) também comprei um daqueles óleos perfumados feitos com essências base. Quem quiser cheirar tem de me pedir com jeitinho.
No entanto as duas coisas que considero os pontos altos da viagem a NO são nada mais, nada menos a Maison Bourbon com espectáculos ao vivo de Jazz e Blues e o museu da II guerra mundial. Eu fui um sortudo porque fui dos primeiros a estrear o novo teatro a 4 dimensões do museu. Sim, 4 dimensões e não precisamos dos estupidos óculos com uma lente de cada cor. Como se isto não bastasse, para além da inauguracão ter sido dois dias antes, apanhei com o dia dos veteranos e o museu, e mais tarde reparei nova orleães, estava cheio de ex-combatentes da II grande guerra. Quem quiser saber mais sobre isto pergunte!
E ao sair do Museu reparei que já passei por muitos dos sitios importantes da II guerra. Falta-me mesmo a Normandia e Pearl Harbor. E gostava de ver a história da guerra contada pelos alemães (já que os japoneses não estão para isso).
Digam lá se isto não vos faz lembrar do Tom Sawyer???

Outra das coisas que me deixou simplesmente passado lá nos States foram os preços. Sim, os preços. Não havia um único preço que não acabasse em .99 sério, será que este truque ainda resulta??? Ahh e o pormenor de nenhum dos preços incluir impostos. E esta hein??
Claro que o tax free shopping para os estranjas dá imenso jeito e eu, tá claro que ainda almocei à custa disso. e do cambio... Lol
Beijo para as tolas...
Nova Orleães é gira. A Katrina arruinou com tudo por lá, mas depressa tudo se recompôs no bairro tipico, o chamado quarteirão francês, onde 90% do interesse de Nova Orleães reside. Não demorou muito a ficar apanhado pela loucura da Rue Bourbon onde bares de strip tease, bancas de bebidas e clubes de Jazz/Blues convivem lado a lado. Durante um fim de semana foi a loucura todos os dias! Como se vê na foto...
No entanto as duas coisas que considero os pontos altos da viagem a NO são nada mais, nada menos a Maison Bourbon com espectáculos ao vivo de Jazz e Blues e o museu da II guerra mundial. Eu fui um sortudo porque fui dos primeiros a estrear o novo teatro a 4 dimensões do museu. Sim, 4 dimensões e não precisamos dos estupidos óculos com uma lente de cada cor. Como se isto não bastasse, para além da inauguracão ter sido dois dias antes, apanhei com o dia dos veteranos e o museu, e mais tarde reparei nova orleães, estava cheio de ex-combatentes da II grande guerra. Quem quiser saber mais sobre isto pergunte!
E ao sair do Museu reparei que já passei por muitos dos sitios importantes da II guerra. Falta-me mesmo a Normandia e Pearl Harbor. E gostava de ver a história da guerra contada pelos alemães (já que os japoneses não estão para isso).
Digam lá se isto não vos faz lembrar do Tom Sawyer???
Outra das coisas que me deixou simplesmente passado lá nos States foram os preços. Sim, os preços. Não havia um único preço que não acabasse em .99 sério, será que este truque ainda resulta??? Ahh e o pormenor de nenhum dos preços incluir impostos. E esta hein??
Claro que o tax free shopping para os estranjas dá imenso jeito e eu, tá claro que ainda almocei à custa disso. e do cambio... Lol
Beijo para as tolas...
terça-feira, novembro 10, 2009
Pequena nota...
Estou em Heathrow, ja tomei um banhinho nos chuveiros do Lounge, ja tomei o pequeno almoco, meti um perfumezito que trouxe duma perfumista nos States e estou como novo.
Vou passar no escritorio para ir buscar umas cenas, mandar por correio outras, pegar nos novos fatos vermelhos (azeite...) e dormir no Rica Park mesmo ali no centro de Stavanger.
Ainda vou, concerteza, passear pelos 0 graus de Stavanger... tou com uma comichao nos dedos para ir bater umas fotos que nao imaginam.
Beijos e quando chegar, meto fotos de Nova Orleaes
Estou em Heathrow, ja tomei um banhinho nos chuveiros do Lounge, ja tomei o pequeno almoco, meti um perfumezito que trouxe duma perfumista nos States e estou como novo.
Vou passar no escritorio para ir buscar umas cenas, mandar por correio outras, pegar nos novos fatos vermelhos (azeite...) e dormir no Rica Park mesmo ali no centro de Stavanger.
Ainda vou, concerteza, passear pelos 0 graus de Stavanger... tou com uma comichao nos dedos para ir bater umas fotos que nao imaginam.
Beijos e quando chegar, meto fotos de Nova Orleaes
sexta-feira, novembro 06, 2009
Acabou-se. (por agora...)
Hoje saio do Americas e vou para Nova Orleães sem computador. Logo, só lá para dia 10 ou 11 é que vão ouvir mais alguma coisa de mim. :)
Eu vou ver se me divirto e se compro os tipicos imans para as fãs. Imans, postais, prendas para as primas, roupa quente para não gelar na Noruega... enfim, o costume. :P
Divirtam-se muito e nada de fazerem meninos que a crise anda aí.
Hoje saio do Americas e vou para Nova Orleães sem computador. Logo, só lá para dia 10 ou 11 é que vão ouvir mais alguma coisa de mim. :)
Eu vou ver se me divirto e se compro os tipicos imans para as fãs. Imans, postais, prendas para as primas, roupa quente para não gelar na Noruega... enfim, o costume. :P
Divirtam-se muito e nada de fazerem meninos que a crise anda aí.
quinta-feira, novembro 05, 2009
terça-feira, novembro 03, 2009
Concurso (ou algo do género...)
Olá fãs que não deixam comentários.
Estava há dias a procurar pela net por coisas para animar blogs e olhem o que encontrei... bom, na altura esqueci-me de tirar o site, logo agora apenas vou descrever o que encontrei.
Portanto, descobri que existe quem partilhe da minha tristeza pelos pouquissimos comentários deixados pelos milhares (façam de conta) de pessoas que lêem as minhas parvoíces. Vai daí, li mais um pouco e descobri que essas mesmas pessoas descobriram uma forma de conseguir comentários para o blog que é no minimo... diferente.
Eu explico, o que elas fizeram foi basicamente um negócio. Quem escrever x comentários, tem direito a uma fotografia no blog. Mas atenção que não é uma fotografia qualquer!!!
A fotografia é tirada a uma parte especifica do corpo do escritor do blog com a possibilidade de ser la escrita uma frase. Estão a ver a ideia? Vocês deixam comentários e ao fim de x comentários dizem "quero uma foto do teu pirilau a dizer 'Welcome to Uzbekistan country'".
Como é óbvio, eu não posso tirar uma foto ao pirilau porque não tenho uma grande angular na minha máquina fotográfica. :P
Vai daí, deixo desde já aqui a minha tabela de preços:
10 comentários - foto duma parte do corpo (à escolha do bloguista)
15 comentários - foto duma parte do corpo (à escolha do comentador com aprovação do bloguista)
25 comentários - foto duma parte do corpo (à escolha do bloguista) com uma frase (à escolha do comentador com aprovação do bloguista)
35 comentários - foto duma parte do corpo com uma frase (à escolha do comentador com aprovação do bloguista)
50 comentários - foto duma parte do corpo com uma frase (tudo à escolha do comentador)
100 comentários - deixo a comentadora (e só comentadorA) escrever o comentário com uma caneta de filtro no sitio que quiser e tirar a foto.
Como é óbvio, é preciso inscreverem-se no concurso para eu tomar conta dos comentários e depois atribuir o prémio à vencedora.
Notem, que têm de escolher o prémio à partida. Ou seja, escolhem um prémio de 15 comentários e mesmo que tenham 10 na vossa conta, só com mais 5 é que têm direito a prémio.
Beijos para as fãs.
Olá fãs que não deixam comentários.
Estava há dias a procurar pela net por coisas para animar blogs e olhem o que encontrei... bom, na altura esqueci-me de tirar o site, logo agora apenas vou descrever o que encontrei.
Portanto, descobri que existe quem partilhe da minha tristeza pelos pouquissimos comentários deixados pelos milhares (façam de conta) de pessoas que lêem as minhas parvoíces. Vai daí, li mais um pouco e descobri que essas mesmas pessoas descobriram uma forma de conseguir comentários para o blog que é no minimo... diferente.
Eu explico, o que elas fizeram foi basicamente um negócio. Quem escrever x comentários, tem direito a uma fotografia no blog. Mas atenção que não é uma fotografia qualquer!!!
A fotografia é tirada a uma parte especifica do corpo do escritor do blog com a possibilidade de ser la escrita uma frase. Estão a ver a ideia? Vocês deixam comentários e ao fim de x comentários dizem "quero uma foto do teu pirilau a dizer 'Welcome to Uzbekistan country'".
Como é óbvio, eu não posso tirar uma foto ao pirilau porque não tenho uma grande angular na minha máquina fotográfica. :P
Vai daí, deixo desde já aqui a minha tabela de preços:
10 comentários - foto duma parte do corpo (à escolha do bloguista)
15 comentários - foto duma parte do corpo (à escolha do comentador com aprovação do bloguista)
25 comentários - foto duma parte do corpo (à escolha do bloguista) com uma frase (à escolha do comentador com aprovação do bloguista)
35 comentários - foto duma parte do corpo com uma frase (à escolha do comentador com aprovação do bloguista)
50 comentários - foto duma parte do corpo com uma frase (tudo à escolha do comentador)
100 comentários - deixo a comentadora (e só comentadorA) escrever o comentário com uma caneta de filtro no sitio que quiser e tirar a foto.
Como é óbvio, é preciso inscreverem-se no concurso para eu tomar conta dos comentários e depois atribuir o prémio à vencedora.
Notem, que têm de escolher o prémio à partida. Ou seja, escolhem um prémio de 15 comentários e mesmo que tenham 10 na vossa conta, só com mais 5 é que têm direito a prémio.
Beijos para as fãs.
sexta-feira, outubro 30, 2009
USA Chronicles (ou um bocadito do Japão nos Estados Unidos...)
Olá meninas vestidinhas de saia azul acima do joelho e uma blusinha branca com os botões de cima desapertados com um lencinho ao pescoço...
Hmmm, acabei de descrever uma colegial Japonesa... isto não pode ser bom.
Mas adiante... lembrei-me há dias duma cena gira que vi no aeroporto de Dallas.
Estava eu a chegar à minha porta de embarque quando vejo uma máquina automática de venda relativamente desproporcionada para o que é normal nestas máquinas.
Quando vou a ver, dou de caras com isto:

Isto é uma máquina de venda automática de artigos electrónicos. Sim, nada mais... carregadores, telemóveis desbloqueados, iPods, PSPs, jogos para consolas... tem tudo aqui. Não funciona com moedas, é preciso passar o cartão. Mas isto é um exemplo de alguém que adaptou a mentalidade Japonesa destas máquinas ao local e também país... Sim, país porque não estou a ver os americanos a venderem cuecas de teenager usadas numa máquina de venda automática. Principalmente num aeroporto.
Sim, é um facto que esta gente é muito puritana!
Hoje a crónica é pequenita porque... bom, estou desinspirado.
Beijo para as fãs Japonesas.
Olá meninas vestidinhas de saia azul acima do joelho e uma blusinha branca com os botões de cima desapertados com um lencinho ao pescoço...
Hmmm, acabei de descrever uma colegial Japonesa... isto não pode ser bom.
Mas adiante... lembrei-me há dias duma cena gira que vi no aeroporto de Dallas.
Estava eu a chegar à minha porta de embarque quando vejo uma máquina automática de venda relativamente desproporcionada para o que é normal nestas máquinas.
Quando vou a ver, dou de caras com isto:

Isto é uma máquina de venda automática de artigos electrónicos. Sim, nada mais... carregadores, telemóveis desbloqueados, iPods, PSPs, jogos para consolas... tem tudo aqui. Não funciona com moedas, é preciso passar o cartão. Mas isto é um exemplo de alguém que adaptou a mentalidade Japonesa destas máquinas ao local e também país... Sim, país porque não estou a ver os americanos a venderem cuecas de teenager usadas numa máquina de venda automática. Principalmente num aeroporto.
Sim, é um facto que esta gente é muito puritana!
Hoje a crónica é pequenita porque... bom, estou desinspirado.
Beijo para as fãs Japonesas.
quarta-feira, outubro 28, 2009
Noticias sobre mim (não pode ser sempre sobre os States, né???)
Pois é... isto já vai para lá do meio e a comida não tem a mesma qualidade. Apesar daqui se verificar que o cozinheiro é de facto gordito... a comida não é grande coisa. Falseando, portanto, a declaração dum amigo/colega meu que está numa plataforma a umas milhas daqui. Vá... estou a ser injusto. Os brownies, bolachinhas de amendoim, passas e chocolate são divinais.
Esta ultima semana que passou foi interessante... ver que paguei de IRS o que normalmente pagava em Portugal apesar de receber um cadito (só um cadito... LOL ) mais que lá. Por isso, sim... apeteceu-me ter uns dias de, perdoem-me a expressão, putas e vinho verde. Mas aqui não há alcool nem mulheres...
Noutro campo da minha vida... Achei que ir a conduzir de Houma (ou Port Fouchon), se não sabem onde é... googlem. Como estava a dizer, como não estou para andar mais umas 4 horas de carro entre o heliporto/porto e Lafayette, mudei os meus bilhetes para Nova Orleães. E como se não bastasse... eh eh eh eh... vou lá passar um fim de semana. Aposto que lá haverá um real substituto do vinho verde. Aiiii, saudades do chá verde!
E depois, dia 9 vou partir em mais uma louca viagem. Saio de Nova Orleães para Dallas, passado uma hora (oxalá dê para comprar o tal chapéu) entro num voo que me vai levar até Nova Iorque e passado 2 horitas mais ou menos, vou de lá para Londres.
Chegado a Londres, vou sair do aeroporto para tomar o pequeno almoço com uma fã londrina. E passadas umas 4 horas embarco de novo e paro em Stavanger. Saio do aeroporto, apanho um taxi e vou para o escritório onde vou ter um computador lenovo novo já que o meu deu o peido. Pego no computador, pouso as malas... meto umas cuecas na mochila e vou para o hotel (Nota mental... marcar hotel).
No dia seguinte vou fazer os relatórios de despesas para o escritório e chego a Portugal por volta da meia-noite.
Acho que vou estar meio cansadito depois disto... ainda bem que tenho 3 dias para descansar no Radisson de Sharm el-Sheikh.
Depois mando fotos.
Beijo para as fãs londrinas.
Pois é... isto já vai para lá do meio e a comida não tem a mesma qualidade. Apesar daqui se verificar que o cozinheiro é de facto gordito... a comida não é grande coisa. Falseando, portanto, a declaração dum amigo/colega meu que está numa plataforma a umas milhas daqui. Vá... estou a ser injusto. Os brownies, bolachinhas de amendoim, passas e chocolate são divinais.
Esta ultima semana que passou foi interessante... ver que paguei de IRS o que normalmente pagava em Portugal apesar de receber um cadito (só um cadito... LOL ) mais que lá. Por isso, sim... apeteceu-me ter uns dias de, perdoem-me a expressão, putas e vinho verde. Mas aqui não há alcool nem mulheres...
Noutro campo da minha vida... Achei que ir a conduzir de Houma (ou Port Fouchon), se não sabem onde é... googlem. Como estava a dizer, como não estou para andar mais umas 4 horas de carro entre o heliporto/porto e Lafayette, mudei os meus bilhetes para Nova Orleães. E como se não bastasse... eh eh eh eh... vou lá passar um fim de semana. Aposto que lá haverá um real substituto do vinho verde. Aiiii, saudades do chá verde!
E depois, dia 9 vou partir em mais uma louca viagem. Saio de Nova Orleães para Dallas, passado uma hora (oxalá dê para comprar o tal chapéu) entro num voo que me vai levar até Nova Iorque e passado 2 horitas mais ou menos, vou de lá para Londres.
Chegado a Londres, vou sair do aeroporto para tomar o pequeno almoço com uma fã londrina. E passadas umas 4 horas embarco de novo e paro em Stavanger. Saio do aeroporto, apanho um taxi e vou para o escritório onde vou ter um computador lenovo novo já que o meu deu o peido. Pego no computador, pouso as malas... meto umas cuecas na mochila e vou para o hotel (Nota mental... marcar hotel).
No dia seguinte vou fazer os relatórios de despesas para o escritório e chego a Portugal por volta da meia-noite.
Acho que vou estar meio cansadito depois disto... ainda bem que tenho 3 dias para descansar no Radisson de Sharm el-Sheikh.
Depois mando fotos.
Beijo para as fãs londrinas.
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