Bons dias minhas gentes...
Apesar dos meus ultimamente não terem sido do melhor que há... mas isso é o que menos importa!
Ficou há dias no ar a possibilidade de haver uma presidenta do meu clube de fãs (presidente está fora de questão porque eu quero-me considerar uma daquelas estrelas pop que só tem fãs femininas e inimigos masculinos) e na altura adiantei que a forma de escolha da presidente era assim uma coisa volante... ou seja, quem tivesse o maior numero de comentários nos meus blogs passava a presidente...
Bem, com isto antevi vários problemas... a saber:
- Não é justo para todas as concorrentes que assim seja, uma vez que a Mishka já cá vem há bués e leva uma boa vantagem.
- Suspeitei que depois pudesse haver uma luta (infelizmente amigável, ahh como eu gostava de ver uma luta de mulheres... de bikini... na lama... ai ai) entre fãs.
- A luta ia provocar um numero de emails enorme na minha caixa... não que a enchesse porque tenho um Giga... mas ia estragar a surpresa e prazer que tenho ao ver que alguém se deu ao trabalho de deixar meia duzia de palavras sobre as estupidezesssss que escrevi! :)
Portanto, ficam todas convidadas a deixar um slogan sobre o blog ou sobre o H2OmEm e depois de uma votação entre eu, o outro eu, o triste eu, o jogador de polo eu, o meu leãozinho e talvez o pasteleiro da minha rua a vencedora será anunciada!
Aviso desde já que ando fraco de fundos, o máximo que posso oferecer é a minha singela companhia, uma tosta mista e um compal de pera.
P.S.: a minha companhia pode ser disfrutada num local à escolha da presidente do clube de fãs...
Portanto tanto pode ser no topo das torres de Kuala Lumpur, numa praia deserta das Caraíbas, numa selva africana... qualquer lado. :P
Editado em 04/05/2007 às 18:04 (hora do meu computador)
É só para dizer que foi batido o recorde de comentários num só post deste blog! Fantástico.
E para alterar algumas coisas ao regulamento.
A saber, o Compal de pera é opcional, podem beber um copo de água que para além de mais saudável é mais barato!
E... se a presidenta me conseguir convencer, pode ser que eu esqueça o lanche e perca a cabeça com um jantar...
quinta-feira, maio 03, 2007
quinta-feira, abril 26, 2007
Exercicio do direito de resposta
Dentro do previsto do artigo nº10 de 26 de Abril de 2007 deste blog, venho por este meio exercer o meu direito de resposta relativo aos comentários da thread anterior a esta e que falava duns 300 bacanos sem pelo que se visse!
Ora em primeiro lugar, eu já tirei pelos. Com cera por três vezes. A área total, sinceramente não sei e hoje não tenho fita métrica comigo.
E mostro a minha completa solidariedade para com as mulheres que tiram os pelos... Claro que muitas das vezes é com frases como: "Ahh rica perna", "Fazia das tuas pernas um cacete onde espalhava pasta de atum!" e outras do género!
Quanto ao creme, foi esquecimento. Se bem que das duas ultimas vezes, não me recorde de alguém me ter metido creme nas costas... vou reclamar com a prima! (obrigado pelo aviso)
Ora eu tenho duas deusas de olhos verdes e muitas mais com olhos de outras cores e feitios.
Uma das deusas estava ocupada a tirar dentes (lolol, eu sei que estou a mentir... pode ser que não acreditem) e como eu vou ser o assistente dela... achei melhor não convidar para não me acusarem de assédio.
A outra deusa de olhos verdes já tinha visto o filme e foi quem me avisou para o facto daquela malta não ter ponta de pelugem...
Quanto às outras de diferentes formas e feitios estavam longe! :(
Quanto ao meu tempo, sim tenho algum tempo livre... mas por incrivel que pareça isto não demora muito a escrever e tendo em conta a minha formação, fazer as contas é coisa de minuto. Não cronometrei, mas entre escrever, rever e meter no site não gastei mais de 20 minutos.
Mas digam lá... valeu a pena perdê-lo, não?
Dentro do previsto do artigo nº10 de 26 de Abril de 2007 deste blog, venho por este meio exercer o meu direito de resposta relativo aos comentários da thread anterior a esta e que falava duns 300 bacanos sem pelo que se visse!
Ora em primeiro lugar, eu já tirei pelos. Com cera por três vezes. A área total, sinceramente não sei e hoje não tenho fita métrica comigo.
E mostro a minha completa solidariedade para com as mulheres que tiram os pelos... Claro que muitas das vezes é com frases como: "Ahh rica perna", "Fazia das tuas pernas um cacete onde espalhava pasta de atum!" e outras do género!
Quanto ao creme, foi esquecimento. Se bem que das duas ultimas vezes, não me recorde de alguém me ter metido creme nas costas... vou reclamar com a prima! (obrigado pelo aviso)
Ora eu tenho duas deusas de olhos verdes e muitas mais com olhos de outras cores e feitios.
Uma das deusas estava ocupada a tirar dentes (lolol, eu sei que estou a mentir... pode ser que não acreditem) e como eu vou ser o assistente dela... achei melhor não convidar para não me acusarem de assédio.
A outra deusa de olhos verdes já tinha visto o filme e foi quem me avisou para o facto daquela malta não ter ponta de pelugem...
Quanto às outras de diferentes formas e feitios estavam longe! :(
Quanto ao meu tempo, sim tenho algum tempo livre... mas por incrivel que pareça isto não demora muito a escrever e tendo em conta a minha formação, fazer as contas é coisa de minuto. Não cronometrei, mas entre escrever, rever e meter no site não gastei mais de 20 minutos.
Mas digam lá... valeu a pena perdê-lo, não?
segunda-feira, abril 23, 2007
Pois é...
Mais um medo que se foi!
No ultimo sábado fui pela primeira e única vez ao cinema sozinho!!
Sim, nunca o tinha feito, mas incentivado por uma deusa de olhos verdes lá fui!
Cometi um erro crasso!! Fui dos primeiros a entrar para sala e em consequência disso não fiquei ao lado daquelas duas xavalas (bem jeitosas por sinal, mas nada que se compare a deusa de olhos verdes)...
Sim, para a próxima não faria o mesmo! Mas como não haverá próxima...
No entanto, o que me leva a escrever por estas bandas (já que o tom negro do outro lado se me parece muito mais agradável) é mesmo sobre o filme que fui ver...
300
Ora se a imagem até era catita...
e as mamocas da actriz principal aos saltos também agradavam...
Já uma coisa me deixou a matutar... aliás, duas... ou três...
A primeira foi não ter percebido quem era o mais cruel... já que a meu ver os Espartanos eram um cadito mais cruéis que os Persas... Não vi os Persas a matar crianças. Mas pode ter sido impressão minha!
Depois não percebi que tipo de insultos eram aqueles... mandar um gajo para o raio que o'Sparta. Isso é algo que se diga?
Porque não um tipico "Vai levar no c*" ou um sonoro "P*** que vos pariu" e porque não um irónico "filhos da p***"?
Mas não... usavam assim um daqueles insultos sem sal...
Não percebi mesmo!! :\
Mas a coisa que mais me deixou a pensar foi o dinheiro que gastaram com aquilo...
Os elefantes é coisa que se arranja nos 300 (escudos, note-se!), os efeitos especiais é coisa que com um pentium IV e uns 2 Gb de memória se resolvem bem (não esquecendo um software pirata...), as armas são baratuchas, com o mercado negro que anda aí é facilimo arranjá-las!
Mas o que realmente me deixou pasmado com o dinheiro gasto foi o facto dos 300 marmanjos (mais o Xerxes) não terem pelo nenhum à vista.
É que...
Sim, eu já arranquei uns pelitos (não foi do peito) e sei que aquilo é carote!
Na altura foi a minha prima que mos tirou e fez um preço especial já que a situação a permitiu aliviar uns resquicios de sadismo que ela tinha lá no fundo.
E portanto, como não recebi nenhum mail de resposta dos estudios, cá vai o meu orçamento para aquilo.
Portanto...
Assumindo, e tendo em conta que eu sou um gajo todo bom (grosso para os lados da Amadora) e muito bem constituido, que os espartanos tinham a minha estatura cheguei a estas conclusões:
área do peito: 0,55 * 0.60 = 0,33 m^2
área das pernas: 2 * 0,70 * 0,80 = 1,12 m^2
Portanto, por gajo temos uma área de aproximadamente 1,45 m^2
Em 301 (com o Xerxes) dá um total de 436,45m^2 e não estou a contabilizar as costas, porque algum deles certamente teria por lá uns pelitos!!
Ora se utilizarmos uma faixa de 20 por 10 centimetros para arrancar os pelos, iamos gastar... 218225 metros de faixa com 10 centimetros de largo. Sim, 218 kms!
Depois se aplicarmos uma fina camada de milimetro e meio sob uma área de 436,45 m^2, ficamos com um volume de 0,43645 m^3, 436,45 litros!! :
Quanto a vós não sei... mas por tanta coisa eu suportava ver uns pelitos a mais... então se fosse da mulher do Leónidas...
Mais um medo que se foi!
No ultimo sábado fui pela primeira e única vez ao cinema sozinho!!
Sim, nunca o tinha feito, mas incentivado por uma deusa de olhos verdes lá fui!
Cometi um erro crasso!! Fui dos primeiros a entrar para sala e em consequência disso não fiquei ao lado daquelas duas xavalas (bem jeitosas por sinal, mas nada que se compare a deusa de olhos verdes)...
Sim, para a próxima não faria o mesmo! Mas como não haverá próxima...
No entanto, o que me leva a escrever por estas bandas (já que o tom negro do outro lado se me parece muito mais agradável) é mesmo sobre o filme que fui ver...
300
Ora se a imagem até era catita...
e as mamocas da actriz principal aos saltos também agradavam...
Já uma coisa me deixou a matutar... aliás, duas... ou três...
A primeira foi não ter percebido quem era o mais cruel... já que a meu ver os Espartanos eram um cadito mais cruéis que os Persas... Não vi os Persas a matar crianças. Mas pode ter sido impressão minha!
Depois não percebi que tipo de insultos eram aqueles... mandar um gajo para o raio que o'Sparta. Isso é algo que se diga?
Porque não um tipico "Vai levar no c*" ou um sonoro "P*** que vos pariu" e porque não um irónico "filhos da p***"?
Mas não... usavam assim um daqueles insultos sem sal...
Não percebi mesmo!! :\
Mas a coisa que mais me deixou a pensar foi o dinheiro que gastaram com aquilo...
Os elefantes é coisa que se arranja nos 300 (escudos, note-se!), os efeitos especiais é coisa que com um pentium IV e uns 2 Gb de memória se resolvem bem (não esquecendo um software pirata...), as armas são baratuchas, com o mercado negro que anda aí é facilimo arranjá-las!
Mas o que realmente me deixou pasmado com o dinheiro gasto foi o facto dos 300 marmanjos (mais o Xerxes) não terem pelo nenhum à vista.
É que...
Sim, eu já arranquei uns pelitos (não foi do peito) e sei que aquilo é carote!
Na altura foi a minha prima que mos tirou e fez um preço especial já que a situação a permitiu aliviar uns resquicios de sadismo que ela tinha lá no fundo.
E portanto, como não recebi nenhum mail de resposta dos estudios, cá vai o meu orçamento para aquilo.
Portanto...
Assumindo, e tendo em conta que eu sou um gajo todo bom (grosso para os lados da Amadora) e muito bem constituido, que os espartanos tinham a minha estatura cheguei a estas conclusões:
área do peito: 0,55 * 0.60 = 0,33 m^2
área das pernas: 2 * 0,70 * 0,80 = 1,12 m^2
Portanto, por gajo temos uma área de aproximadamente 1,45 m^2
Em 301 (com o Xerxes) dá um total de 436,45m^2 e não estou a contabilizar as costas, porque algum deles certamente teria por lá uns pelitos!!
Ora se utilizarmos uma faixa de 20 por 10 centimetros para arrancar os pelos, iamos gastar... 218225 metros de faixa com 10 centimetros de largo. Sim, 218 kms!
Depois se aplicarmos uma fina camada de milimetro e meio sob uma área de 436,45 m^2, ficamos com um volume de 0,43645 m^3, 436,45 litros!! :
Quanto a vós não sei... mas por tanta coisa eu suportava ver uns pelitos a mais... então se fosse da mulher do Leónidas...
segunda-feira, abril 16, 2007
Ora... na continuação da minha incessante busca por um tacho novo...
Não que este seja mau...
Tem as suas atraências (sim, eu gosto de inventar palavras!) Um carrito, bom salário, mas também tem um chefe que... bom é melhor não descer o nível.
E como tal ando à procura de mais qualquer coisa.
E não é que me deparo com uma situação deveras irritante? (sim, para além de inventar palavras, eu adoro usar palavras caras. É assim um fetiche. Como não posso usar carros caros, nem roupas caras como muita gente em Portugal, utilizo palavras que elas não sabem existir)
Mas estava eu a falar da situação irritante...
Tão a ver quando estão com umas colunas ligadas (ou tem o fio que liga às colunas à vossa beira (caso do automóvel) e toca o telele... Ouvem aqueles ruídos antes, como que um tremor de terra antes do tsunami, tão a ver a ideia?
Agora o que me anda mesmo a chatear é o facto de o meu telemovel provocar esses ruídos imensos sem que eu receba uma chamada... ou SMS até!
É que nada! Faz a barulheira toda e depois quando já estamos pregados ao visor do telemovel... nada... fica ali impávido e sereno como que a dizer: "Isso querias tu!!".
Pois queria, um telefonema a implorar para eu ir ganhar uns 5000€ livres de impostos com muitos bónus e coisas assim... tipo uma secretária com 2 pernas (abertas de preferência), um BMW 535 com bomba de gasolina incorporada e 3 meses de férias pagas! :D
Porque não?
Mas nem isso... NADA!
Nem uma MMSzita com uma foto sugestiva a dizer:
"Logo à noite a minha cama será a selva onde esta leoa te vai comer!"
Nada!! :(
E eu que me contentava com uma simples mensagem a dizer: "Como é?
Cafézito logo?"
Não que este seja mau...
Tem as suas atraências (sim, eu gosto de inventar palavras!) Um carrito, bom salário, mas também tem um chefe que... bom é melhor não descer o nível.
E como tal ando à procura de mais qualquer coisa.
E não é que me deparo com uma situação deveras irritante? (sim, para além de inventar palavras, eu adoro usar palavras caras. É assim um fetiche. Como não posso usar carros caros, nem roupas caras como muita gente em Portugal, utilizo palavras que elas não sabem existir)
Mas estava eu a falar da situação irritante...
Tão a ver quando estão com umas colunas ligadas (ou tem o fio que liga às colunas à vossa beira (caso do automóvel) e toca o telele... Ouvem aqueles ruídos antes, como que um tremor de terra antes do tsunami, tão a ver a ideia?
Agora o que me anda mesmo a chatear é o facto de o meu telemovel provocar esses ruídos imensos sem que eu receba uma chamada... ou SMS até!
É que nada! Faz a barulheira toda e depois quando já estamos pregados ao visor do telemovel... nada... fica ali impávido e sereno como que a dizer: "Isso querias tu!!".
Pois queria, um telefonema a implorar para eu ir ganhar uns 5000€ livres de impostos com muitos bónus e coisas assim... tipo uma secretária com 2 pernas (abertas de preferência), um BMW 535 com bomba de gasolina incorporada e 3 meses de férias pagas! :D
Porque não?
Mas nem isso... NADA!
Nem uma MMSzita com uma foto sugestiva a dizer:
"Logo à noite a minha cama será a selva onde esta leoa te vai comer!"
Nada!! :(
E eu que me contentava com uma simples mensagem a dizer: "Como é?
Cafézito logo?"
segunda-feira, abril 09, 2007
Estou passado!!
Completamente passado!!!
Mas que é isto??? Quer-se dizer, propõe-se a melhorar a vida amorosa (leia-se fodenga) de um grupo de tótós marrões incapacitados socialmente (tipo eu mas sem a parte do tótós marrões) e os coitados dos moços só passam umas semanitas na casota e são logo postos fora??
Como?
Quer-se dizer, se eles são incapacitados socialmente, certamente irão precisar de tempo, muito, para conseguir pelo menos uma leve passagem da palma da mão pelo rabiosque de alguma moçoila... assim como quem não quer a coisa...
E se levou cerca de, 2 meses, 4 dias, 22 horas e 34 minutos para esse monstro da sensualidade, elegância, boa educação e charme chamado Marco Borges para afogar o ganso na Marta do Big Brother 1, para estes mestres sem mestrado seria de esperar meio ano e 3 semanas (aproximadamente) para conseguirem vencer a guerrilha com as moças!
E porque é que os parzinhos são metidos a votação? Não seria muito mais proveitoso (para todos) se vencesse o primeiro par a dar uma valente stick..., ahh, como dizer... berlaitada?
Afinal de contas é o que todos queremos. Senão vejamos:
- O público quer ver umas valentes fo...
- Os pais dos mestres querem ver os filhos a darem uma...
- Os mestres querem dar uma ...
- Os pais das belas querem que as filhas arranjem um gajo com um bom salario para as sustentarem.
- E as belas querem o prémio e aparecer na tv...
Toda a gente ganhava!!
Completamente passado!!!
Mas que é isto??? Quer-se dizer, propõe-se a melhorar a vida amorosa (leia-se fodenga) de um grupo de tótós marrões incapacitados socialmente (tipo eu mas sem a parte do tótós marrões) e os coitados dos moços só passam umas semanitas na casota e são logo postos fora??
Como?
Quer-se dizer, se eles são incapacitados socialmente, certamente irão precisar de tempo, muito, para conseguir pelo menos uma leve passagem da palma da mão pelo rabiosque de alguma moçoila... assim como quem não quer a coisa...
E se levou cerca de, 2 meses, 4 dias, 22 horas e 34 minutos para esse monstro da sensualidade, elegância, boa educação e charme chamado Marco Borges para afogar o ganso na Marta do Big Brother 1, para estes mestres sem mestrado seria de esperar meio ano e 3 semanas (aproximadamente) para conseguirem vencer a guerrilha com as moças!
E porque é que os parzinhos são metidos a votação? Não seria muito mais proveitoso (para todos) se vencesse o primeiro par a dar uma valente stick..., ahh, como dizer... berlaitada?
Afinal de contas é o que todos queremos. Senão vejamos:
- O público quer ver umas valentes fo...
- Os pais dos mestres querem ver os filhos a darem uma...
- Os mestres querem dar uma ...
- Os pais das belas querem que as filhas arranjem um gajo com um bom salario para as sustentarem.
- E as belas querem o prémio e aparecer na tv...
Toda a gente ganhava!!
sábado, abril 07, 2007
Ahhhh Páscoa...
ou como diria o Lauro Dérmio, Pésque!
É tempo de paz, harmonia, amor... em todo o lado menos no Médio Oriente e numas quantas casas em Portugal.
A mim sinceramente sempre me agradou a Páscoa. Para começar não há toda a loucura de enfeitar a rua com coelhos e ovinhos. Depois não nos podemos esquecer que não há rabanadas nem sonhos e toda aquela doçaria que engorda à brava pelos Natais. E "last but not least" o facto do feriado calhar sempre numa sexta.
Agora sinceramente o que não percebo é a razão pela qual nenhuma marca se associou a esta ocasião... Já toda a gente conhece a associação Coca-Cola/Pai Natal (ou o vulgarmente conhecido Pai Natalgate), mas mais ninguém se atracou à Páscoa para criar uma personagem anafada vestida de vermelho com barbas brancas para vender nesta época.
Ok, a personagem iria provocar queixas em tribunal, por isso eu imagino assim uma mãezinha... tipo aquela avó que toda a gente tem lá por casa que nos enche de mimos e nos quer ver sempre a comer coisas boas como biscoitos e bolos que ela propria fez...
Poderia ser chamada de Mãe Páscoa!
Até já pensei numa marca que se podia associar, a Dan Cake. Ok, os bolos não são grande coisa... mas a Coca-Cola também só é boa para limpar canos.
E pronto, agora só preciso que a Dan Cake abra uma vaga para o marketing e vou para a entrevista de emprego com esta fisgada! ;) É emprego pela certa! Que acham? :D
ou como diria o Lauro Dérmio, Pésque!
É tempo de paz, harmonia, amor... em todo o lado menos no Médio Oriente e numas quantas casas em Portugal.
A mim sinceramente sempre me agradou a Páscoa. Para começar não há toda a loucura de enfeitar a rua com coelhos e ovinhos. Depois não nos podemos esquecer que não há rabanadas nem sonhos e toda aquela doçaria que engorda à brava pelos Natais. E "last but not least" o facto do feriado calhar sempre numa sexta.
Agora sinceramente o que não percebo é a razão pela qual nenhuma marca se associou a esta ocasião... Já toda a gente conhece a associação Coca-Cola/Pai Natal (ou o vulgarmente conhecido Pai Natalgate), mas mais ninguém se atracou à Páscoa para criar uma personagem anafada vestida de vermelho com barbas brancas para vender nesta época.
Ok, a personagem iria provocar queixas em tribunal, por isso eu imagino assim uma mãezinha... tipo aquela avó que toda a gente tem lá por casa que nos enche de mimos e nos quer ver sempre a comer coisas boas como biscoitos e bolos que ela propria fez...
Poderia ser chamada de Mãe Páscoa!
Até já pensei numa marca que se podia associar, a Dan Cake. Ok, os bolos não são grande coisa... mas a Coca-Cola também só é boa para limpar canos.
E pronto, agora só preciso que a Dan Cake abra uma vaga para o marketing e vou para a entrevista de emprego com esta fisgada! ;) É emprego pela certa! Que acham? :D
quinta-feira, março 29, 2007
Antes de mais...
Que é isto??? Quando não escrevia toda a gente dizia que devia escrever mais... quando escrevo ninguém cá passa?? DASSSSSS
Noutras noticias... tou a pensar em fazer um livro! Vai se chamar "Job Break" Eu vou chamar-me Charles Scofield e estou a tentar pisgar-me dum emprego que me está a dar cabo do juizo!
Que é isto??? Quando não escrevia toda a gente dizia que devia escrever mais... quando escrevo ninguém cá passa?? DASSSSSS
Noutras noticias... tou a pensar em fazer um livro! Vai se chamar "Job Break" Eu vou chamar-me Charles Scofield e estou a tentar pisgar-me dum emprego que me está a dar cabo do juizo!
quarta-feira, março 28, 2007
Querem uma piada, mesmo piada, mesmo muita seca???
Vira-se o gajo para a namorada:
"Ohh filha, fecha os olhos que eu vou dar-te uma prenda!!!"
E diz ela:
"Ahhhh, o que é?"
E responde prontamente:
"É um banana split! Eu dou a banana, tu das o split."
Já sei que ninguém se está a rir... mas lembrei-me... que querem??? :P
Vira-se o gajo para a namorada:
"Ohh filha, fecha os olhos que eu vou dar-te uma prenda!!!"
E diz ela:
"Ahhhh, o que é?"
E responde prontamente:
"É um banana split! Eu dou a banana, tu das o split."
Já sei que ninguém se está a rir... mas lembrei-me... que querem??? :P
segunda-feira, março 26, 2007
Agora apetecia-me...
Uma noite quente, uma brisa vinda do mar, um Cohiba Siglo II numa mão e uma Cuba libre noutra...
Uma noite quente, uma brisa vinda do mar, um Cohiba Siglo II numa mão e uma Cuba libre noutra...
sábado, março 24, 2007
Hoje estava eu a pedir o pequeno almoço num sitio da moda... sim, eu sou um gajo fashion... quer-se dizer... é o único café naquele lugar que tem "húngaros".
Para quem não sabe, que aprenda porque eu não sou mestre! Se o fosse estava numa casa rodeado de belas estupidas... Mas não é sobre isso que me quero debruçar!
E então, estava eu já de tabuleiro aviado e ouço alguém atrás de mim pedir um café quase cheio... Passei-me! Corri para a mesa e imediatamente coloquei uma nota no PDA para dissertar sobre esta pérola às 15:56 e é o que vou fazer.
Ora então... quem já bebeu um café na Peninsula Ibérica sabe que os cafés são servidos em chávenas pequenas, os famigerados Expresso por esse mundo fora e pá... aquilo leva mesmo muito pouco.
Ok, eu sou viciado em café. Ossos de um ofício passado que ficaram trancados num armário do qual esqueci a chave.
Mas, reparem, numa pessoa com uma boca de tamanho médio, uma chávena de café cheia até ao topo ocupa exactamente 73,5% da capacidade liquida da boca...
portanto um café curto, cheio ou quase cheio ocupa tão pouco que nem vale a pena estarmo-nos a preocupar com quantidades...
E depois vem com as conversas da treta...
Ahh, o café curto tem menos cafeína... Nem por isso, uma vez que o grosso da cafeína sai no inicio da tiragem e não no fim. Para isso teríamos de por a máquina a deitar para o lixo e aproveitar a parte final do café.
Depois há os catedráticos que querem um longo porque não é tão azedo... Ora, se é azedo porque o tomam? Ou então, se é azedo... e já que metem um pacote de açucar... porque não dois ou três?
Enfim... coitado do café que não é apreciado! :(
Para quem não sabe, que aprenda porque eu não sou mestre! Se o fosse estava numa casa rodeado de belas estupidas... Mas não é sobre isso que me quero debruçar!
E então, estava eu já de tabuleiro aviado e ouço alguém atrás de mim pedir um café quase cheio... Passei-me! Corri para a mesa e imediatamente coloquei uma nota no PDA para dissertar sobre esta pérola às 15:56 e é o que vou fazer.
Ora então... quem já bebeu um café na Peninsula Ibérica sabe que os cafés são servidos em chávenas pequenas, os famigerados Expresso por esse mundo fora e pá... aquilo leva mesmo muito pouco.
Ok, eu sou viciado em café. Ossos de um ofício passado que ficaram trancados num armário do qual esqueci a chave.
Mas, reparem, numa pessoa com uma boca de tamanho médio, uma chávena de café cheia até ao topo ocupa exactamente 73,5% da capacidade liquida da boca...
portanto um café curto, cheio ou quase cheio ocupa tão pouco que nem vale a pena estarmo-nos a preocupar com quantidades...
E depois vem com as conversas da treta...
Ahh, o café curto tem menos cafeína... Nem por isso, uma vez que o grosso da cafeína sai no inicio da tiragem e não no fim. Para isso teríamos de por a máquina a deitar para o lixo e aproveitar a parte final do café.
Depois há os catedráticos que querem um longo porque não é tão azedo... Ora, se é azedo porque o tomam? Ou então, se é azedo... e já que metem um pacote de açucar... porque não dois ou três?
Enfim... coitado do café que não é apreciado! :(
segunda-feira, março 19, 2007
Dans le porrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrt d'Amsterdam
Y a des marrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrins qui chantent
Les rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrêves qui les hantent
Au larrrrrrrrrrrrrrrrrrrge d'Amsterrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrdam
Não que isto importe, apenas me apeteceu deixar aqui uma pérola que ando a ouvir... em ambas as linguas, mas que em Francês é qualquer coisa de forte! : Clarrrrrrrrrrrrrrrrro que o gajo que canta isto abusa nos rrrrrrrrrrrrrrrrrr. LOL
Ora bem, isto é só para deixar aqui o tema do meu próximo post.
"Qual é melhor, o colchão de molas ou colchão de espuma?"
Esta questão, à parte de outras como:
- Será desta?
- Estaria a olhar para mim?
- Qual será o Jackpot do €milhões?
- Terá namorado?
- Como é que ponho o LCD a funcionar com o BasicX
- Qual o tamanho do soutien dela?
Tem deixado a minha cabeça de rastos, mas prometo voltar cá para deixar um post de resposta a esta questão.
P.S.: ofereço um jantar à nina que descobrir qual a minha versão favorita da música que faz o inicio deste post.
Y a des marrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrins qui chantent
Les rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrêves qui les hantent
Au larrrrrrrrrrrrrrrrrrrge d'Amsterrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrdam
Não que isto importe, apenas me apeteceu deixar aqui uma pérola que ando a ouvir... em ambas as linguas, mas que em Francês é qualquer coisa de forte! : Clarrrrrrrrrrrrrrrrro que o gajo que canta isto abusa nos rrrrrrrrrrrrrrrrrr. LOL
Ora bem, isto é só para deixar aqui o tema do meu próximo post.
"Qual é melhor, o colchão de molas ou colchão de espuma?"
Esta questão, à parte de outras como:
- Será desta?
- Estaria a olhar para mim?
- Qual será o Jackpot do €milhões?
- Terá namorado?
- Como é que ponho o LCD a funcionar com o BasicX
- Qual o tamanho do soutien dela?
Tem deixado a minha cabeça de rastos, mas prometo voltar cá para deixar um post de resposta a esta questão.
P.S.: ofereço um jantar à nina que descobrir qual a minha versão favorita da música que faz o inicio deste post.
sábado, março 17, 2007
A minha admiradora anónima...
Quê? Acham que não é possivel??? Pois enganem-se!!! Ela anda por aí! Ora vejam:
http://h2omem.blogspot.com/2007/01/continuao-do-bom-humor-para-todos.html
Ahh, pois é!!
Tá certo que nem fui eu que escrevi o texto, apesar de adorar feijoada e ocasionalmente soltar uns gases (como toda a gente) inócuos (ao contrário dos do Zé, mas que se perdoa para bem da piada da história) falta-me vários pormenores para ser eu a personagem da história, tais como:
- Não sou casado (e pelos vistos nem para lá caminho)
- Não deixaria de comer feijoada por uma mulher (comprava-lhe uma embalagem de Brise, ou começava a fazer uma plantação numa caixinha de Petri de constipações para que ela ficasse constipada nessas alturas)
- Eu não andaria km's a pé... pelo menos neste momento, o que faria era ligar ao mecânico da empresa e ele que me viesse buscar e resolver a borrada que tinha deixado no carro (afinal, ele é que é o mecânico)
- A feijoada para ter um irresistível aroma tem de levar aquelas ervas especialissímas que o Tonecas arranja lá na aldeia dele! (Não, não é haxixe!!)
- Não imagino um peido que me consiga travar ladeira abaixo... mas estou sempre pronto a testar.
- Se, e na eventualidade de eu estar casado, a minha mulher me viesse abrir a porta e me metesse uma venda nos olhos e me levasse para a mesa da sala, eu iria pensar que ela estava a preparar-me um table dance e provavelmente ia adiantando serviço e tirava a camisa e desapertava as calças.
- Eu não fumo, logo não ando com isqueiro no bolso.
- Eu sei que não é o metano que provoca o mau cheiro... logo seria, no caso de eu ter um isqueiro, mais proveitoso queimar uns pauzinhos de incenso!
- Eu não convidaria o meu patrão para o meu aniversário... e muito provavelmente divorciava-me se a minha (suposta) mulher o fizesse!! ... A não ser que... Bom, se o meu patrão me tivesse dado uma base de iPod como a dele e um iPod de 80Giga... talvez ficasse com ela, mas antes dava-lhe grande raspanete para que aquilo não se repetisse.
Portanto, como podem ver, não fui eu que escrevi o post. :( Espero é não ter afastado a minha amiradora! :S LOLOL
Quê? Acham que não é possivel??? Pois enganem-se!!! Ela anda por aí! Ora vejam:
http://h2omem.blogspot.com/2007/01/continuao-do-bom-humor-para-todos.html
Ahh, pois é!!
Tá certo que nem fui eu que escrevi o texto, apesar de adorar feijoada e ocasionalmente soltar uns gases (como toda a gente) inócuos (ao contrário dos do Zé, mas que se perdoa para bem da piada da história) falta-me vários pormenores para ser eu a personagem da história, tais como:
- Não sou casado (e pelos vistos nem para lá caminho)
- Não deixaria de comer feijoada por uma mulher (comprava-lhe uma embalagem de Brise, ou começava a fazer uma plantação numa caixinha de Petri de constipações para que ela ficasse constipada nessas alturas)
- Eu não andaria km's a pé... pelo menos neste momento, o que faria era ligar ao mecânico da empresa e ele que me viesse buscar e resolver a borrada que tinha deixado no carro (afinal, ele é que é o mecânico)
- A feijoada para ter um irresistível aroma tem de levar aquelas ervas especialissímas que o Tonecas arranja lá na aldeia dele! (Não, não é haxixe!!)
- Não imagino um peido que me consiga travar ladeira abaixo... mas estou sempre pronto a testar.
- Se, e na eventualidade de eu estar casado, a minha mulher me viesse abrir a porta e me metesse uma venda nos olhos e me levasse para a mesa da sala, eu iria pensar que ela estava a preparar-me um table dance e provavelmente ia adiantando serviço e tirava a camisa e desapertava as calças.
- Eu não fumo, logo não ando com isqueiro no bolso.
- Eu sei que não é o metano que provoca o mau cheiro... logo seria, no caso de eu ter um isqueiro, mais proveitoso queimar uns pauzinhos de incenso!
- Eu não convidaria o meu patrão para o meu aniversário... e muito provavelmente divorciava-me se a minha (suposta) mulher o fizesse!! ... A não ser que... Bom, se o meu patrão me tivesse dado uma base de iPod como a dele e um iPod de 80Giga... talvez ficasse com ela, mas antes dava-lhe grande raspanete para que aquilo não se repetisse.
Portanto, como podem ver, não fui eu que escrevi o post. :( Espero é não ter afastado a minha amiradora! :S LOLOL
quarta-feira, março 07, 2007
Ora cá estou... depois de desviar o mal-disposto para outro blog, cá estou para reflectir sobre o futuro... próximo.
Sim, é verdade. Estou à procura de tacho. Mas desta quero um tacho onde não ature velhos do Restelo, mal-educados e filhos mimados. Gostava também de evitar ignorantes, mas isso é sempre complicado.
E nada como começar com o telemovel a tocar baixo e não recebermos a chamada que marcaria a primeira entrevista. Fantástico!!!
Mas amanhã conto resolver isso de uma maneira catita. (se a montanha não vai a Maomé, vai o Maomé à montanha)
No entanto, o que me assusta é ter de passar outra vez pelos testes psicotécnicos... as séries de números, as figuras que supostamente dão para relacionar, as palavras para relacionar, a palavra que não pertence ao grupo... E para no fim nem sequer meter os pés na empresa.
Mas mesmo assim, ja aprendi algumas coisas...
- Não levar fato. Foi o que alterei ao ir a entrevistas e resultou logo! :
- Fazer os testes psicotécnicos como se estivessemos a preencher a declaração de impostos (ajuda se acabarmos antes de todos os outros) E acima de tudo, caras muito aborrecidas. ;)
Agora o que me chateia são as perguntas... o que se vê a fazer daqui a 5 anos ou 10...
Será que aceitavam que eu respondesse: "Daqui a 5 conto estar a fazer filmes pornográficos numa empresa de RH como esta. Aliás, não estaria interessada em participar num?" ou "Daqui a 10 anos conto estar a gestor de uma grande empresa... construída por mim com os 180 milhões de euros que ganhei num jackpot do Eurototões."
Ou então, o que pretende do novo emprego?
Dasss, o que é que todos pretendemos? Fazer o que nos pedem, ganhar dinheiro e sermos tratados como pessoas. Se conseguirmos aprender alguma coisa e fazer amigos, tanto melhor! :)
Mas o clímax é quando perguntam porque queremos sair do emprego onde estamos?
Ora se dizemos que o chefe é um cabrão, o patrão está a bater a bota e os filhos são mal educados, será que nos levam a sério? Mesmo sendo verdade e eles tendo perfeita consciência disso porque afinal de contas, estamos em Portugal!
E depois no fim, assim a modos que o cigarro depois do acto, perguntam quanto achamos que devemos ganhar.
Ora, é óbvio, o máximo que a empresa conseguir pagar!!! É assim tão dificil? :
Agora, a parte chata, quem tiver conselhos e tal... alguma técnica de R.H. que nutra alguma simpatia por mim que me dê uns conselhos sobre como passar à vontade por aquilo.
Se tiverem uns testes psicotécnicos que me possam arranjar para praticar, também agradeço! :)
Sim, é verdade. Estou à procura de tacho. Mas desta quero um tacho onde não ature velhos do Restelo, mal-educados e filhos mimados. Gostava também de evitar ignorantes, mas isso é sempre complicado.
E nada como começar com o telemovel a tocar baixo e não recebermos a chamada que marcaria a primeira entrevista. Fantástico!!!
Mas amanhã conto resolver isso de uma maneira catita. (se a montanha não vai a Maomé, vai o Maomé à montanha)
No entanto, o que me assusta é ter de passar outra vez pelos testes psicotécnicos... as séries de números, as figuras que supostamente dão para relacionar, as palavras para relacionar, a palavra que não pertence ao grupo... E para no fim nem sequer meter os pés na empresa.
Mas mesmo assim, ja aprendi algumas coisas...
- Não levar fato. Foi o que alterei ao ir a entrevistas e resultou logo! :
- Fazer os testes psicotécnicos como se estivessemos a preencher a declaração de impostos (ajuda se acabarmos antes de todos os outros) E acima de tudo, caras muito aborrecidas. ;)
Agora o que me chateia são as perguntas... o que se vê a fazer daqui a 5 anos ou 10...
Será que aceitavam que eu respondesse: "Daqui a 5 conto estar a fazer filmes pornográficos numa empresa de RH como esta. Aliás, não estaria interessada em participar num?" ou "Daqui a 10 anos conto estar a gestor de uma grande empresa... construída por mim com os 180 milhões de euros que ganhei num jackpot do Eurototões."
Ou então, o que pretende do novo emprego?
Dasss, o que é que todos pretendemos? Fazer o que nos pedem, ganhar dinheiro e sermos tratados como pessoas. Se conseguirmos aprender alguma coisa e fazer amigos, tanto melhor! :)
Mas o clímax é quando perguntam porque queremos sair do emprego onde estamos?
Ora se dizemos que o chefe é um cabrão, o patrão está a bater a bota e os filhos são mal educados, será que nos levam a sério? Mesmo sendo verdade e eles tendo perfeita consciência disso porque afinal de contas, estamos em Portugal!
E depois no fim, assim a modos que o cigarro depois do acto, perguntam quanto achamos que devemos ganhar.
Ora, é óbvio, o máximo que a empresa conseguir pagar!!! É assim tão dificil? :
Agora, a parte chata, quem tiver conselhos e tal... alguma técnica de R.H. que nutra alguma simpatia por mim que me dê uns conselhos sobre como passar à vontade por aquilo.
Se tiverem uns testes psicotécnicos que me possam arranjar para praticar, também agradeço! :)
sábado, março 03, 2007
Ehhh lá...
Mas que é isto???
Parece que andamos de mau humor!! DASSSSS
Que posts foleiros. : Isto assim não pode ser.
E como não estou para estragar a boa fama que este blog tem, vou criar um novo... Assim tipo Fernando Pessoa criava mais um eu, eu crio mais um blog. É mais saudável e tudo! ;)
Sendo assim o blog e´... digo-vos já! :P
ofundodaalma.blogspot.com
Mas que é isto???
Parece que andamos de mau humor!! DASSSSS
Que posts foleiros. : Isto assim não pode ser.
E como não estou para estragar a boa fama que este blog tem, vou criar um novo... Assim tipo Fernando Pessoa criava mais um eu, eu crio mais um blog. É mais saudável e tudo! ;)
Sendo assim o blog e´... digo-vos já! :P
ofundodaalma.blogspot.com
sexta-feira, março 02, 2007
"Ahhh, como o tempo custa a passar. Um dia somos um comboio a galgar terreno sempre em frente com um destino certo e noutros andamos à deriva... qual bóia salva-vidas embalada pelas ondas embaladas pelo vento que sopra de Sul... e aquece...
Mas nem isso sinto. Sinto um calor gélido de norte... tão gélido que nem a minha alegria o arrefece." Assim pensou Burdinso.
Havia longo tempo que estava assim... a principio forte e esperançoso e agora um tronco de carne ressequido pela sede.
Tantas vezes, tantas dividiu o cantil. Tantas vezes, tantas engoliu a sede para matar a de outrém. E hoje nem uma gota, ou uma garganta amiga para partilhar o infortúnio. Imaginava como seria. Como tudo acabaria, ou se acabaria... pois sentia-se esvair e acreditava piamente que fecharia os olhos à vida.
Seria calmo, indolor, um sonho enfim... do qual não acordaria.
Não sentia rancor, nem ódio... apenas tristeza.
Seria ele que o culpado disto?
Talvez aquele buraco no casco...
do barco vazio?
Não importava! Agora era tarde.
Dentro em breve tudo termina e a solidão termina.
Mas nem isso sinto. Sinto um calor gélido de norte... tão gélido que nem a minha alegria o arrefece." Assim pensou Burdinso.
Havia longo tempo que estava assim... a principio forte e esperançoso e agora um tronco de carne ressequido pela sede.
Tantas vezes, tantas dividiu o cantil. Tantas vezes, tantas engoliu a sede para matar a de outrém. E hoje nem uma gota, ou uma garganta amiga para partilhar o infortúnio. Imaginava como seria. Como tudo acabaria, ou se acabaria... pois sentia-se esvair e acreditava piamente que fecharia os olhos à vida.
Seria calmo, indolor, um sonho enfim... do qual não acordaria.
Não sentia rancor, nem ódio... apenas tristeza.
Seria ele que o culpado disto?
Talvez aquele buraco no casco...
do barco vazio?
Não importava! Agora era tarde.
Dentro em breve tudo termina e a solidão termina.
terça-feira, fevereiro 27, 2007
Sinto-me perdido...
Caminhando por uma rua desconhecida sem ter um mapa na mão... e apesar de já o ter feito, de livre vontade até, agora não me sinto seguro. Não vejo excitação em caminhar sem ver o fim da rua nem saber a lingua de quem me rodeia.
Gostava de ter as respostas... e de ter um "mapa" do meu futuro, saber quais as intersecções e cruzamentos e onde me levariam. Como gostava de chegar ao fim com algumas intersecções... um ou dois cruzamentos...
Mas não sei, e mata-me! Não saber para onde virar.
Sei que tenho um problema e por muito que tente não consigo vê-lo de longe, não consigo ser aquele outro do hemisfério Sul que tem distância para analisar os problemas e o faz de maneira lógica, estruturada e regra geral correcta!
Mesmo tentando, chego ao fim e penso que não me terei afastado e que apenas estou de cabeça quente. Mas será mesmo assim?
Ou será que está na altura de entrar numa intersecção? Quiçá até entrar na casa de alguém e voltar para a rua através da porta dos fundos. O que interessa é nunca parar!
Parar... e não sabendo porquê sinto que parei... mesmo estando à frente de outros e manter a distância sinto que parei. Parei como engenheiro, como profissional, habituei-me, sinto-me gordo. Anafado de pouco me mexer! E acima de tudo aborrecido! Sim, sinto-me aborrecido, adormecido, sem energia na cabeça e força para me mexer!
Há que mudar!!! Encontrar outro caminho, é isso!
Tenho pena de quem sou a esperança de mudança, não fui. Falhei nesse aspecto, mas tentei... Sei que tentei. Mas os velhos do Restelo prenderam-me. Amarraram-me! Peço desculpa, mas não consegui libertar-me. :(
Que sirva ao menos de exemplo! Sim, exemplo, quer pela negativa para não se tornarem eu. Ou pela positiva ao mostrar que o caminho para o lado também leva a algures! Afinal de contas frente é só o sentido e nunca a direcção.
Caminhando por uma rua desconhecida sem ter um mapa na mão... e apesar de já o ter feito, de livre vontade até, agora não me sinto seguro. Não vejo excitação em caminhar sem ver o fim da rua nem saber a lingua de quem me rodeia.
Gostava de ter as respostas... e de ter um "mapa" do meu futuro, saber quais as intersecções e cruzamentos e onde me levariam. Como gostava de chegar ao fim com algumas intersecções... um ou dois cruzamentos...
Mas não sei, e mata-me! Não saber para onde virar.
Sei que tenho um problema e por muito que tente não consigo vê-lo de longe, não consigo ser aquele outro do hemisfério Sul que tem distância para analisar os problemas e o faz de maneira lógica, estruturada e regra geral correcta!
Mesmo tentando, chego ao fim e penso que não me terei afastado e que apenas estou de cabeça quente. Mas será mesmo assim?
Ou será que está na altura de entrar numa intersecção? Quiçá até entrar na casa de alguém e voltar para a rua através da porta dos fundos. O que interessa é nunca parar!
Parar... e não sabendo porquê sinto que parei... mesmo estando à frente de outros e manter a distância sinto que parei. Parei como engenheiro, como profissional, habituei-me, sinto-me gordo. Anafado de pouco me mexer! E acima de tudo aborrecido! Sim, sinto-me aborrecido, adormecido, sem energia na cabeça e força para me mexer!
Há que mudar!!! Encontrar outro caminho, é isso!
Tenho pena de quem sou a esperança de mudança, não fui. Falhei nesse aspecto, mas tentei... Sei que tentei. Mas os velhos do Restelo prenderam-me. Amarraram-me! Peço desculpa, mas não consegui libertar-me. :(
Que sirva ao menos de exemplo! Sim, exemplo, quer pela negativa para não se tornarem eu. Ou pela positiva ao mostrar que o caminho para o lado também leva a algures! Afinal de contas frente é só o sentido e nunca a direcção.
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
Ora viva...
Não se preocupem. Estou vivo. Acho... desde que instalei o piloto automático no portátil que não sei se estou morto ou vivo. Ele faz tudo por mim! :) Lol
E mais um Carnaval que se foi... mais uns kilos de lixo em fatos, mascaras e etc, etc...
Não tenho propriamente nada a dizer, nem tão pouco estou com vontade de desabafar para aqui. É que tem sido moda os blogs passarem a livros e se me ponho aqui a desabafar lá se vai o emprego...
Por isso não estranhem se não virem nada escrito por aqui durante uns tempos (como se vocês não estivessem habituados). Eu hei-de voltar... Maior e melhor que nunca!
P.S.: Relativamente à promessa de cima, só não prometo voltar com cabelo.
Não se preocupem. Estou vivo. Acho... desde que instalei o piloto automático no portátil que não sei se estou morto ou vivo. Ele faz tudo por mim! :) Lol
E mais um Carnaval que se foi... mais uns kilos de lixo em fatos, mascaras e etc, etc...
Não tenho propriamente nada a dizer, nem tão pouco estou com vontade de desabafar para aqui. É que tem sido moda os blogs passarem a livros e se me ponho aqui a desabafar lá se vai o emprego...
Por isso não estranhem se não virem nada escrito por aqui durante uns tempos (como se vocês não estivessem habituados). Eu hei-de voltar... Maior e melhor que nunca!
P.S.: Relativamente à promessa de cima, só não prometo voltar com cabelo.
sábado, janeiro 13, 2007
Continuação do Bom humor para todos...
A História do Zé
O Zé adorava feijoada. Porém, sempre que comia, o feijão causava-lhe uma reacção fortemente embaraçosa. Algo muito forte.
Um dia apaixonou-se.
Quando chegou a altura de pedir a mulher em casamento, pensou:
Ela é de boas famílias, cheia de etiqueta, não vai aguentar estar casada comigo se eu continuar a comer feijão. Decidiu fazer um sacrifício supremo e deixou-se de feijoadas.
Pouco depois estavam casados. Passados alguns meses, ao voltar do trabalho o carro avariou. Como estava longe, ligou para a mulher e avisou que ia chegar tarde pois tinha que regressar a pé. No caminho, passou por um pequeno restaurante e foi atingido pelo irresistível aroma de feijoada acabadinha de fazer.
Como faltavam vários kms para chegar, achou que a caminhada o iria livrar dos efeitos nefastos do feijão.
Então entrou, pediu, e ao sair tinha três doses de feijoada no estômago.
O feijão fermentou durante todo o caminho, foi-se peidando sem parar. Foi para casa a jacto. Peidava-se tanto que tinha que travar nas descidas e nas subidas quase que nem fazia esforço para andar. Quando se cruzava com pessoas continha-se ou aproveitava a oportuna passagem de um ruidoso camião para soltar gás. Quando chegou a casa, já se sentia mais seguro.
A mulher parecia contente quando lhe abriu a porta exclamou: "querido, tenho uma surpresa para o jantar!". Tirou-lhe o casaco, pôs-lhe uma venda nos olhos, levou-o até à cadeira na cabeceira da mesa, sentou-o e pediu-lhe que não espreitasse.
Nesse momento, já sentia mais uma ventosidade anal à porta! No momento em que a mulher ia retirar a venda, o telefone tocou. Ela obrigou-o a prometer que não espreitaria e foi atender o telefone. Enquanto ela estava longe, ele aproveitou e levantou uma perna e - ppuueett - soltou um! Era um peido comum.
Para além de sonoro, também fedeu como um ovo podre!
Aliviado, inspirou profundamente, parou um pouco, sentiu o fedor através da venda, e, a plenos pulmões, soprou várias vezes a toda a volta para dispersar o gás. Quando começou a sentir-se melhor, começou outro a fermentar! Este parecia potente.
Levantou a perna, tentou em vão sincronizar uma sonora tossidela para encobrir, e pprrraaaaaaa! Sai um rasgador tossido. Parecia a ignição de um motor de camião e com um cheiro mil vezes pior que o anterior!
Para não sufocar com o cheiro a enxofre, abanou o ar sacudindo os braços e soprando em volta ao mesmo tempo, esperando que o cheiro se dissipasse.
Quando a atmosfera estava a voltar ao normal, eis que vem lá outro.
Levantou a outra perna e deixou sair o torpedo! Este foi o campeão: as janelas tremeram, os pratos saltaram da mesa, a cadeira saltou e num minuto as flores da sala estavam todas murchas.
Quase lhe saltavam os sapatos dos pés.
Enquanto ouvia a conversa da mulher ao telefone no corredor, sempre fiel à sua promessa de não espreitar, continuou assim por mais uns minutos, a peidar-se e a tossir, levantando ora uma perna ora a outra, a soprar á volta, a sacudir as mãos e a abanar o guardanapo.
Uma sequência interminável de bufas, torpedos, rasgadores e peidos comuns, nas versões secas e com molho. De onde a onde acendia o isqueiro e desenhava com a chama círculos no ar para tentar incinerar o nefasto metano que teimava em acumular-se na atmosfera.
Ouviu a mulher a despedir-se e sempre com a venda posta, levantou-se apressadamente, e com uma mão deu umas palmadas na almofada da cadeira para soltar o gás acumulado, enquanto abanava a outra mão para espalhar.
Quando sacudia e batia palmadinhas nas calças largas para se libertar dos últimos resíduos, ouviu o plim do telefone a desligar, indicando o fim da solidão e liberdade de expressão. Alarmado, sentou-se rapidamente, e num frenesim abanou apressadamente mais algumas vezes o guardanapo, dobrou-o, pousou-o na mesa, compôs-se, alinhou o cabelo, respirou profundamente, pousou as mãos ao lado do prato e assumiu um ar sorridente.
Era a imagem da inocência quando a mulher entrou na sala. Desculpando-se pela demora, ela perguntou-lhe se tinha olhado para a mesa. Depois de ele jurar que não, ela retirou-lhe a venda, e, SURPRESA!
Estavam 12 pessoas perplexas e lívidas sentadas à mesa! Os pais, os sogros, o patrão e os colegas de tantos anos de trabalho.
Era a festa surpresa de aniversário do Zé!
A História do Zé
O Zé adorava feijoada. Porém, sempre que comia, o feijão causava-lhe uma reacção fortemente embaraçosa. Algo muito forte.
Um dia apaixonou-se.
Quando chegou a altura de pedir a mulher em casamento, pensou:
Ela é de boas famílias, cheia de etiqueta, não vai aguentar estar casada comigo se eu continuar a comer feijão. Decidiu fazer um sacrifício supremo e deixou-se de feijoadas.
Pouco depois estavam casados. Passados alguns meses, ao voltar do trabalho o carro avariou. Como estava longe, ligou para a mulher e avisou que ia chegar tarde pois tinha que regressar a pé. No caminho, passou por um pequeno restaurante e foi atingido pelo irresistível aroma de feijoada acabadinha de fazer.
Como faltavam vários kms para chegar, achou que a caminhada o iria livrar dos efeitos nefastos do feijão.
Então entrou, pediu, e ao sair tinha três doses de feijoada no estômago.
O feijão fermentou durante todo o caminho, foi-se peidando sem parar. Foi para casa a jacto. Peidava-se tanto que tinha que travar nas descidas e nas subidas quase que nem fazia esforço para andar. Quando se cruzava com pessoas continha-se ou aproveitava a oportuna passagem de um ruidoso camião para soltar gás. Quando chegou a casa, já se sentia mais seguro.
A mulher parecia contente quando lhe abriu a porta exclamou: "querido, tenho uma surpresa para o jantar!". Tirou-lhe o casaco, pôs-lhe uma venda nos olhos, levou-o até à cadeira na cabeceira da mesa, sentou-o e pediu-lhe que não espreitasse.
Nesse momento, já sentia mais uma ventosidade anal à porta! No momento em que a mulher ia retirar a venda, o telefone tocou. Ela obrigou-o a prometer que não espreitaria e foi atender o telefone. Enquanto ela estava longe, ele aproveitou e levantou uma perna e - ppuueett - soltou um! Era um peido comum.
Para além de sonoro, também fedeu como um ovo podre!
Aliviado, inspirou profundamente, parou um pouco, sentiu o fedor através da venda, e, a plenos pulmões, soprou várias vezes a toda a volta para dispersar o gás. Quando começou a sentir-se melhor, começou outro a fermentar! Este parecia potente.
Levantou a perna, tentou em vão sincronizar uma sonora tossidela para encobrir, e pprrraaaaaaa! Sai um rasgador tossido. Parecia a ignição de um motor de camião e com um cheiro mil vezes pior que o anterior!
Para não sufocar com o cheiro a enxofre, abanou o ar sacudindo os braços e soprando em volta ao mesmo tempo, esperando que o cheiro se dissipasse.
Quando a atmosfera estava a voltar ao normal, eis que vem lá outro.
Levantou a outra perna e deixou sair o torpedo! Este foi o campeão: as janelas tremeram, os pratos saltaram da mesa, a cadeira saltou e num minuto as flores da sala estavam todas murchas.
Quase lhe saltavam os sapatos dos pés.
Enquanto ouvia a conversa da mulher ao telefone no corredor, sempre fiel à sua promessa de não espreitar, continuou assim por mais uns minutos, a peidar-se e a tossir, levantando ora uma perna ora a outra, a soprar á volta, a sacudir as mãos e a abanar o guardanapo.
Uma sequência interminável de bufas, torpedos, rasgadores e peidos comuns, nas versões secas e com molho. De onde a onde acendia o isqueiro e desenhava com a chama círculos no ar para tentar incinerar o nefasto metano que teimava em acumular-se na atmosfera.
Ouviu a mulher a despedir-se e sempre com a venda posta, levantou-se apressadamente, e com uma mão deu umas palmadas na almofada da cadeira para soltar o gás acumulado, enquanto abanava a outra mão para espalhar.
Quando sacudia e batia palmadinhas nas calças largas para se libertar dos últimos resíduos, ouviu o plim do telefone a desligar, indicando o fim da solidão e liberdade de expressão. Alarmado, sentou-se rapidamente, e num frenesim abanou apressadamente mais algumas vezes o guardanapo, dobrou-o, pousou-o na mesa, compôs-se, alinhou o cabelo, respirou profundamente, pousou as mãos ao lado do prato e assumiu um ar sorridente.
Era a imagem da inocência quando a mulher entrou na sala. Desculpando-se pela demora, ela perguntou-lhe se tinha olhado para a mesa. Depois de ele jurar que não, ela retirou-lhe a venda, e, SURPRESA!
Estavam 12 pessoas perplexas e lívidas sentadas à mesa! Os pais, os sogros, o patrão e os colegas de tantos anos de trabalho.
Era a festa surpresa de aniversário do Zé!
segunda-feira, janeiro 08, 2007
Com o ano novo, chega uma oportunidade soberana de por as coisas em dia... e vai daí, desta vez decidi meter os meus cds e DVDs em ordem... (juntamente com a gaveta das meias e cuecas, como é óbvio!)
E vai daí, encontrei alguns textos que me fazem sempre rir como um desalmado. O primeiro fica aqui transcrito, o próximo vem daqui a uns tempos!
UM DIA DE MERDA
Aeroporto de Buenos Aires, 15:30. Pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada e um peidinho não aliviasse. Mas, atrasado para pegar o Ónibus que o levaria para o outro aeroporto da cidade, de onde partiria o avião para Cordoba, resolvi segurar as pontas.
Afinal de contas, são só uns 15 minutos de viagem pensei. Chegado lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta.
Tranquilo. O avião só saia as 16:30. Entrando no Ónibus, sem sanitários, senti a primeira contracção e tomei consciência de que a minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do outro aeroporto. Virei-me para o amigo que me acompanhava e subtil, disse:
- Mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro.
Nesse momento, senti um urubu a beliscar as minhas cuecas, mas usando o esfíncter segurei a onda. O Ónibus nem tinha começado a andar quando para meu desespero, uma voz em castelhano disse pelo auto falante: "Senhoras e senhores, a nossa viagem entre os dois aeroportos levará cerca de uma hora".
Ai o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação cú a qualquer momento. Suava em bicas. O meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar o sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava-me distrair vendo a paisagem mas só conseguia pensar num banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário.
Tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiénico então: branco e macio e com textura e perfume e - ops senti um volume almofadado entre o meu traseiro e o assento do Ónibus e percebi consternado que havia cagado. Um cocó sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar para os amigos e parentes e convidá-los à apreciar, na privada, tão perfeita obra.
Dava para expor na bienal. Mas sem dúvida, não neste caso.
Olhei para o amigo, procurando um pouco de solidariedade e confessei sério:
- Caguei.
Quando o meu amigo parou de rir, uns cinco minutos mais tarde, aconselhou-me a ficar no centro da cidade, escala que o Ónibus faria no meio da viagem, e que me limpasse em algum lugar. Mas resolvi que ia seguir viagem, pois agora estava tudo sob controle.
- Foda-se, limpo-me no aeroporto - pensei - Pior que isto não fico.
Mal o ónibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me à cadeira mas não pude evitar e sem muita cerimónia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez como uma pasta morna.
Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cuecas, barra da camisa, pernas, panturrilhas, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois um peido tipo bufa, que nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte foi do tipo que pesa e cagei-me pela quarta vez.
Lembrei-me de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou com as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo, levou metade dos pelos do cú junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia ajudar-me a limpar a sujeirada.
Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que pegasse a minha mala no bagageiro do Ónibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas.
Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiénico em todos os cinco. Olhei para cima e blasfemei. Entrei no último, sem papel mesmo e tirei a roupa toda para analisar sua situação (que conclui como sendo o fim do poço) e esperar pela mala da salvação com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ele uma lufada de dignidade no meu dia.
O meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o "check-in" e ia a correr tentar segurar o voo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulóver de gola "V". A temperatura em Buenos Aires era aproximadamente 35 graus. Desesperado, comecei a analisar quais das minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. As cuecas, joguei no lixo. A camisa a mesma historia. As calças estavam deploráveis e assim como as minhas meias, que mudaram de cor tingidas pela merda. Os sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10.
Teria que improvisar. A necessidade é a mãe da invenção, então transformei uma simples privada numa magnífica máquina de lavar. Virei as calças do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água.
Comecei a dar descargas até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direcção ao portão de embarque trajando sapatos sem meia, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exactamente limpas) e o pulóver gola "V" sem camisa.
Mas caminhava com a dignidade de um lorde. Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o "RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO" e atravessei todo o corredor até ao meu assento ao lado do meu amigo que sorria.
A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo. Cheguei a pensar em pedir uma gilete para cortar os pulsos ou 130 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa trasbordante, mas decidi não pedir:
"NADA, OBRIGADO, EU SÓ QUERO ESQUECER ESTE DIA DE MERDA"
"
LOLOL
E vai daí, encontrei alguns textos que me fazem sempre rir como um desalmado. O primeiro fica aqui transcrito, o próximo vem daqui a uns tempos!
UM DIA DE MERDA
Aeroporto de Buenos Aires, 15:30. Pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada e um peidinho não aliviasse. Mas, atrasado para pegar o Ónibus que o levaria para o outro aeroporto da cidade, de onde partiria o avião para Cordoba, resolvi segurar as pontas.
Afinal de contas, são só uns 15 minutos de viagem pensei. Chegado lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta.
Tranquilo. O avião só saia as 16:30. Entrando no Ónibus, sem sanitários, senti a primeira contracção e tomei consciência de que a minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do outro aeroporto. Virei-me para o amigo que me acompanhava e subtil, disse:
- Mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro.
Nesse momento, senti um urubu a beliscar as minhas cuecas, mas usando o esfíncter segurei a onda. O Ónibus nem tinha começado a andar quando para meu desespero, uma voz em castelhano disse pelo auto falante: "Senhoras e senhores, a nossa viagem entre os dois aeroportos levará cerca de uma hora".
Ai o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação cú a qualquer momento. Suava em bicas. O meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar o sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava-me distrair vendo a paisagem mas só conseguia pensar num banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário.
Tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiénico então: branco e macio e com textura e perfume e - ops senti um volume almofadado entre o meu traseiro e o assento do Ónibus e percebi consternado que havia cagado. Um cocó sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar para os amigos e parentes e convidá-los à apreciar, na privada, tão perfeita obra.
Dava para expor na bienal. Mas sem dúvida, não neste caso.
Olhei para o amigo, procurando um pouco de solidariedade e confessei sério:
- Caguei.
Quando o meu amigo parou de rir, uns cinco minutos mais tarde, aconselhou-me a ficar no centro da cidade, escala que o Ónibus faria no meio da viagem, e que me limpasse em algum lugar. Mas resolvi que ia seguir viagem, pois agora estava tudo sob controle.
- Foda-se, limpo-me no aeroporto - pensei - Pior que isto não fico.
Mal o ónibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me à cadeira mas não pude evitar e sem muita cerimónia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez como uma pasta morna.
Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cuecas, barra da camisa, pernas, panturrilhas, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois um peido tipo bufa, que nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte foi do tipo que pesa e cagei-me pela quarta vez.
Lembrei-me de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou com as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo, levou metade dos pelos do cú junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia ajudar-me a limpar a sujeirada.
Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que pegasse a minha mala no bagageiro do Ónibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas.
Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiénico em todos os cinco. Olhei para cima e blasfemei. Entrei no último, sem papel mesmo e tirei a roupa toda para analisar sua situação (que conclui como sendo o fim do poço) e esperar pela mala da salvação com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ele uma lufada de dignidade no meu dia.
O meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o "check-in" e ia a correr tentar segurar o voo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulóver de gola "V". A temperatura em Buenos Aires era aproximadamente 35 graus. Desesperado, comecei a analisar quais das minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. As cuecas, joguei no lixo. A camisa a mesma historia. As calças estavam deploráveis e assim como as minhas meias, que mudaram de cor tingidas pela merda. Os sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10.
Teria que improvisar. A necessidade é a mãe da invenção, então transformei uma simples privada numa magnífica máquina de lavar. Virei as calças do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água.
Comecei a dar descargas até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direcção ao portão de embarque trajando sapatos sem meia, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exactamente limpas) e o pulóver gola "V" sem camisa.
Mas caminhava com a dignidade de um lorde. Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o "RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO" e atravessei todo o corredor até ao meu assento ao lado do meu amigo que sorria.
A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo. Cheguei a pensar em pedir uma gilete para cortar os pulsos ou 130 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa trasbordante, mas decidi não pedir:
"NADA, OBRIGADO, EU SÓ QUERO ESQUECER ESTE DIA DE MERDA"
"
LOLOL
domingo, dezembro 31, 2006
When I was 26... It was a very good year...
Se houvesse uma musica para cantar agora que 2006 acaba, seria "it was a very good year" cantado pelo Frank Sinatra!
Que ano! Não me lembro de um melhor que este. Juro!!
Parece que tudo mudou... ou se calhar apenas uma coisa. Talvez só mesmo uma coisa tenha mudado... Eu!
Foi um bom ano no emprego, onde as coisas (à parte da teimosia do chefe) correram bem... Podia ter sido melhor, mas já me dou por satisfeito. E já que o plano original não me prevê naquela empresa, não me chateio muito com isso.
No desporto foi um marco. A minha equipa conseguiu a subida à primeira divisão (apesar de muitos árbitros terem feito tudo humanamente possivel para que isso não acontecesse) e no fim da primeira volta já tinhamos feito uma surpresa... Nada de mais, mas que não esperavamos ter os pontos que temos, isso não. E tenho a certeza que com um bocadito de mais experiência vamos conseguir muitos mais pontos. ;)
E viajei... oh, se viajei... a começar logo no 13 de Janeiro. Lá estava eu de mochila no costedo a embarcar para um dia de aeroportos e aviões. Tudo para conhecer uma jóia do Báltico... e que bonita. Talvez pelo facto de nunca ter estado numa cidade coberta por um manto branco e as diferenças. Tudo é diferente lá! :S
Tanto gostei da experiência de sair ( e acima de tudo de voltar) que não parei... e durante o ano ainda conheci a Irlanda, Viena, Praga, Kraków, Bratislava...
Nunca pensei que durante um ano pudesse ver tantos sitios.... mas vi. Nunca pensei que durante um ano pudesse dormir tantas vezes em aeroportos, mas a verdade é que dormi... três vezes! :|
Depois temos os amigos... E uma porrada nova deles. Depois de ter sido arrastado para um "clube de livros" (www.bookcrossing.com) e com ele ter direito a ler tanto quanto conseguisse, tive também direito a conhecer muita malta fixe! ;)
Noutro plano tive o primeiro casamento de um amigo do peito. Não esperava. Ou melhor não queria acreditar quando eles nos transmitiram a noticia, mas só mesmo no 5 de Outubro em plena igreja é que acreditei que ele já estava casado! Eu e outros inveterados solteirões tentamos fazê-lo mudar de ideias com panos e cartazes... mas não conseguimos... Não tenho pena, ele está a ser bem tratado como nos diz a sua barriga proeminente, fruto dos cozinhados da sua esposa! (Tou-te a chamar gordo, Almofadas!! ) Mas ficou para a memória uma bela despedida de solteiro e uma grande festança no casório... :) eh eh eh
E no plano pessoal, conheci-a... :) Eu a pensar que seria impossivel alguém ter paciência para me aturar, mas pelos vistos há. ;) Beijos só para ti!
Por tudo isto e pelo que senti mudar em mim, estou grato por este ano! Só desejo que todos possam ter um assim parecido já neste 2007 que vai entrar. ;)
Se houvesse uma musica para cantar agora que 2006 acaba, seria "it was a very good year" cantado pelo Frank Sinatra!
Que ano! Não me lembro de um melhor que este. Juro!!
Parece que tudo mudou... ou se calhar apenas uma coisa. Talvez só mesmo uma coisa tenha mudado... Eu!
Foi um bom ano no emprego, onde as coisas (à parte da teimosia do chefe) correram bem... Podia ter sido melhor, mas já me dou por satisfeito. E já que o plano original não me prevê naquela empresa, não me chateio muito com isso.
No desporto foi um marco. A minha equipa conseguiu a subida à primeira divisão (apesar de muitos árbitros terem feito tudo humanamente possivel para que isso não acontecesse) e no fim da primeira volta já tinhamos feito uma surpresa... Nada de mais, mas que não esperavamos ter os pontos que temos, isso não. E tenho a certeza que com um bocadito de mais experiência vamos conseguir muitos mais pontos. ;)
E viajei... oh, se viajei... a começar logo no 13 de Janeiro. Lá estava eu de mochila no costedo a embarcar para um dia de aeroportos e aviões. Tudo para conhecer uma jóia do Báltico... e que bonita. Talvez pelo facto de nunca ter estado numa cidade coberta por um manto branco e as diferenças. Tudo é diferente lá! :S
Tanto gostei da experiência de sair ( e acima de tudo de voltar) que não parei... e durante o ano ainda conheci a Irlanda, Viena, Praga, Kraków, Bratislava...
Nunca pensei que durante um ano pudesse ver tantos sitios.... mas vi. Nunca pensei que durante um ano pudesse dormir tantas vezes em aeroportos, mas a verdade é que dormi... três vezes! :|
Depois temos os amigos... E uma porrada nova deles. Depois de ter sido arrastado para um "clube de livros" (www.bookcrossing.com) e com ele ter direito a ler tanto quanto conseguisse, tive também direito a conhecer muita malta fixe! ;)
Noutro plano tive o primeiro casamento de um amigo do peito. Não esperava. Ou melhor não queria acreditar quando eles nos transmitiram a noticia, mas só mesmo no 5 de Outubro em plena igreja é que acreditei que ele já estava casado! Eu e outros inveterados solteirões tentamos fazê-lo mudar de ideias com panos e cartazes... mas não conseguimos... Não tenho pena, ele está a ser bem tratado como nos diz a sua barriga proeminente, fruto dos cozinhados da sua esposa! (Tou-te a chamar gordo, Almofadas!! ) Mas ficou para a memória uma bela despedida de solteiro e uma grande festança no casório... :) eh eh eh
E no plano pessoal, conheci-a... :) Eu a pensar que seria impossivel alguém ter paciência para me aturar, mas pelos vistos há. ;) Beijos só para ti!
Por tudo isto e pelo que senti mudar em mim, estou grato por este ano! Só desejo que todos possam ter um assim parecido já neste 2007 que vai entrar. ;)
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